Estava lá. Distante de tudo que pudesse ser ruim em sua vida. Vestida de branco e adornada com cores tantas que faziam brilhar sua figura. Caminhava alheia aos tropeços da vida. Mantinha-se a mesma com o passar do tempo. Desilusões e todas as mazelas machucavam mas nunca fizeram-na cair ou minguar.
Era uma tarde como outra qualquer quando se viu andando, mais uma vez sozinha, por caminhos que desconhecia. Era um lugar diferente. Parecia com outros tantos que já havia visto, mas suas curvas, atalhos, emaranhado de entradas e saídas, a deixavam confusa. Deslumbrava-se, de certa forma, com toda aquela confusão. Parecia tudo inédito. Parecia tudo muito válido. E o melhor de tudo, nada daquilo lhe feria o íntimo.
Até que resolveu entrar um tanto mais naquele lugar novo. A noite já chegava e uma boa distância tinha sido percorrida. Estava dentro o suficiente para se perder, isso fazia crescer um certo medo. Ainda assim estava dentro o suficiente, também, para se sentir íntima. Em casa.
Distraía-se com flores, luzes, saltava entre a névoa baixa e as águas cristalinas que corriam ali quando apareceu o vulto. Uma sombra alta, forte, pesada e assustadora. Sua expressão era a da maldade, assim como parecia pulsar a sua intenção de atacar, ferir e destruir.
Avançou sobre ela com um só golpe. Um único estrondo no meio do rosto que a deixou lacrimejando. Seguiu-se de outro que lhe atingiu o queixo, tirando-lhe o equilíbrio e mais um no estômago. Esse último roubou-lhe o ar. Estava sem o eixo que sempre a manteve de pé. Não entendia de onde aquele bruto apareceu. E por que a atacava violentamente. Não conhecia ele. Não poderia haver razão para vingança portanto. Era um ataque impiedoso e fatal.
Ele arfava como um bicho. Por mais vezes que tentasse escapar ou dialogar com o monstro, sentia-se desesperançosa como nunca antes.
Ele babava. Parecia aproveitar o momento que esperou a vida toda. A chance de fazer algum mal nunca nessa vida praticado. Era vingança com certeza. Talvez se vingasse dela. Talvez se vingasse de alguém através dela. Não fazia diferença. O prazer e a satisfação de estar fazendo como uma vez, em algum canto escuro e melancólico, planejou. Havia dor naquele coração. Trevas naquela alma atormentada.
Foi quando finalmente resolveu partir para a violência derradeira. Jogou-a no chão. Arrancou-lhe as roupas finas e os enfeites que ganhou de presente dos segundos e anos de sua vida. Suas garras e dentes feriam com incontáveis golpes. Ela sangrava. Gritava. Tentava reagir. Lutar por sua existência. Nada adiantava. Ele apertou-lhe firmemente a barriga. Fazia ela se contrair de dor. Atacou-lhe os seios. Estapeava a face. As lágrimas choviam em seu rosto à medida que seu sangue descia da boca e pelo corpo. A dor brotava de toda pele quando o carrasco despiu-se de uma vez por todas. Não havia nada além da sua natureza exposta. Não havia pêlos, pano ou couraça. Sua verdade estava ali. Sua maldade também. Seu medo. Seus demônios. Todos gritavam clamando a morte. O fim.
Projetou-se com fome, impetuoso, sobre ela. Com uma só estocada rompeu-lhe a delicada película que ainda sobrava. Rompeu de uma vez por todas o que fazia dela alguém especial. Enfiou até que sua maldade, ereta, invasora, estivesse toda dentro. Aquilo fervia. Entrava e saía numa velocidade inumana. Rasgava-lhe o orgulho, a vida, a coragem. Sua integridade roubada. Estuprada.
Foram socos, mordidas, tapas, sua carne sangrada, dilacerada, suas entranhas expostas enquanto ele trepava em cima dela. Ela não conseguia mais, sequer, chorar. O ar não passava mais por sua boca, muito menos pelos pulmões. Estava deitada no meio da névoa, suja de sangue e lama. Agredida, ferida. Morrendo.
Foi usada até que o gozo da fera estivesse saciado. Ele urrou antes de enxarcar-lhe as intimidades. Jorrou sua nojeira por uma quantidade de segundos que agigantavam-se por meio do terror. Tremeu um pouco, gruniu e levantou-se. Sorriu. Gargalhou. Chorou. Chorou também. Por muitas vezes. E se foi.
Ela continuou deitada. Olhando o céu escuro. As estrelas que deveriam estar lá, brilhando, tinham sumido. Não havia nenhuma platéia. Nenhuma testemunha. Ninguém para socorrer... Tampouco o socorro era necessário naquele momento de sua vida. Já era tarde. Estava morrendo. Ouviu algumas vozes sussurando melodias em sua mente, e depois dormiu. Pra sempre.
Jogada no meio do nada ficou ela, Inocência, filha de sua mãe, Esperança, e de seu pai, o Amor. Neta de Fé. Amiga de infância de Carinho, Honra, Verdade, Devoção e de Paixão, a mais brincalhona entre todas as outras. Nem eles e nem Alegria estiveram presentes. Talvez tenha sido melhor dessa forma. A dor de perdê-la poderia matá-los também.
sexta-feira, junho 30, 2006
Razão 1997
No mar que há, dentro e profundo
Existem razões que o fazem assim
As ondas que estalam nos rochedos
Existem razões que as fazem assim
A chuva que cai no meu rosto
Existe uma nuvem cinza que a faz assim
O forte peso em meus ombros
Existem olhos que o faz assim
Sentado no deserto, inalando todo seu veneno,
Pétalas que caem em meus ombros
Pétalas que caem em meu rosto
Existe um motivo para estar aqui
O zunido forte em meus ouvidos
Existe um silêncio que o faz assim
A culpa, a dúvida, imóvel e incapaz
Existe uma consciência que me faz assim
O cansaço estufante em meu peito
Existe uma força que o faz assim
A asfixia em minha garganta sêca
Existem correntes que a deixam assim
Sentado no deserto, inalando todo seu veneno
Pétalas a beijar meu ombro, vento soprando em meu rosto
A morte chamando para um abraço
Existe alguem que me faz negar.
Existem razões que o fazem assim
As ondas que estalam nos rochedos
Existem razões que as fazem assim
A chuva que cai no meu rosto
Existe uma nuvem cinza que a faz assim
O forte peso em meus ombros
Existem olhos que o faz assim
Sentado no deserto, inalando todo seu veneno,
Pétalas que caem em meus ombros
Pétalas que caem em meu rosto
Existe um motivo para estar aqui
O zunido forte em meus ouvidos
Existe um silêncio que o faz assim
A culpa, a dúvida, imóvel e incapaz
Existe uma consciência que me faz assim
O cansaço estufante em meu peito
Existe uma força que o faz assim
A asfixia em minha garganta sêca
Existem correntes que a deixam assim
Sentado no deserto, inalando todo seu veneno
Pétalas a beijar meu ombro, vento soprando em meu rosto
A morte chamando para um abraço
Existe alguem que me faz negar.
25 de março de 2005
Tantas são as frutas
Em tão grande árvore...
Tantos são os sabores,
Para tantos paladares
Mesmo sendo amarga,
A raiz de todos os frutos,
Doce é sempre o prazer da experiência
Provar delas,
Maduras ou não,
Encher-se de alegria,
Ao bebê-las, mordê-las ou chupá-las
Pouco importa se minhas asas foram cortadas
Pouco importa se o inimigo está sempre por perto
Daqui da Torre, sou alto...
Vejo tudo até o infinito,
Sem precisar voar
Sou gigante agora,
Sem culpa pelos que são menores que eu.
Em tão grande árvore...
Tantos são os sabores,
Para tantos paladares
Mesmo sendo amarga,
A raiz de todos os frutos,
Doce é sempre o prazer da experiência
Provar delas,
Maduras ou não,
Encher-se de alegria,
Ao bebê-las, mordê-las ou chupá-las
Pouco importa se minhas asas foram cortadas
Pouco importa se o inimigo está sempre por perto
Daqui da Torre, sou alto...
Vejo tudo até o infinito,
Sem precisar voar
Sou gigante agora,
Sem culpa pelos que são menores que eu.
24 de novembro de 2004
Culpa...
Agonia e angústia...
Desespero...
Por não ter andado
Por não ter cansado
O tijolo que deveria estar ali
Na parede
O rastro que deveria estar ali
No caminho
Sopra o vento frio da inércia
Grita forte o silêncio da frieza
Aos grãos que ainda não caíram
Fica a impressão de que são poucos
Às águas que já foram movidas
Fica a doçura de um honrado fracasso
A sorte virá em forma de mulher
Musa absoluta de infinita sedução
Inspiração pulsante em explosões vermelhas
Tenho certeza de que a sorte virá.
O azar?
O azar é o tempo.
Agonia e angústia...
Desespero...
Por não ter andado
Por não ter cansado
O tijolo que deveria estar ali
Na parede
O rastro que deveria estar ali
No caminho
Sopra o vento frio da inércia
Grita forte o silêncio da frieza
Aos grãos que ainda não caíram
Fica a impressão de que são poucos
Às águas que já foram movidas
Fica a doçura de um honrado fracasso
A sorte virá em forma de mulher
Musa absoluta de infinita sedução
Inspiração pulsante em explosões vermelhas
Tenho certeza de que a sorte virá.
O azar?
O azar é o tempo.
22 de novembro de 2004
Ah!...Enfim, voltou...
A injusta magia
Maldição reluzente que ecoa pelo tempo
A armadilha de sentir o poder
A inércia em não poder sentir
Frustração antiga frente às antigas novidades
Desespero vazio emudecido pelo costume
Enfim, o sorriso...
Sujo, conhecido, pouco engraçado
Saudoso das mesmas perguntas
Esperançoso pelas mesmas respostas
A busca que se dilue no caminho...
As asas que evaporam ao buscar...
Tão caro, tão rico, tão cultivado
Tesouro que não está em baú algum...
Fortuna obsoleta que ninguem mais quer
Enfim, o tédio...
Enfim, o mesmo...
Vazio.
Sensação estranha e constante
Lacuna que parece aumentar
Haverá o dia em que os faróis acertarão
Haverá o dia em que haverá um mar.
Mestre de tão poucas estórias
Sem nenhuma vontade de querer contar.
A injusta magia
Maldição reluzente que ecoa pelo tempo
A armadilha de sentir o poder
A inércia em não poder sentir
Frustração antiga frente às antigas novidades
Desespero vazio emudecido pelo costume
Enfim, o sorriso...
Sujo, conhecido, pouco engraçado
Saudoso das mesmas perguntas
Esperançoso pelas mesmas respostas
A busca que se dilue no caminho...
As asas que evaporam ao buscar...
Tão caro, tão rico, tão cultivado
Tesouro que não está em baú algum...
Fortuna obsoleta que ninguem mais quer
Enfim, o tédio...
Enfim, o mesmo...
Vazio.
Sensação estranha e constante
Lacuna que parece aumentar
Haverá o dia em que os faróis acertarão
Haverá o dia em que haverá um mar.
Mestre de tão poucas estórias
Sem nenhuma vontade de querer contar.
quinta-feira, junho 29, 2006
Pois é, né?
"Quanto à felicidade, cuja promoção como um fim constitui meu dever, ela tem de ser a felicidade de outras pessoas, cujo (lícito) fim eu, com isso, torno meu próprio. Aquilo que elas podem contar como pertecendo à felicidade delas compete a elas mesmas decidir; enquanto compete a mim recusar algumas coisas que elas pensam que irão fazê-las felizes, se eu discordo delas a respeito disso, desde que não sejam coisas que, como próprias, elas tenham o direito de exigir." (Metafísica dos Costumes 388 - Immanuel Kant)
A palavra entre parênteses "lícito" é importante. Alguém pode ter um fim que conflite com o dever de promover sua própria perfeição ou felicidade de outrem, e este não seria um fim permitido. Ademais, as pessoas frequentemente têm objetivos que interferem com, ou exploram, em outras pessoas.
O princípio básico do que que Kant denomina a Doutrina do Direito é que é errado interferir na liberdade dos outros, uma liberdade de que necessitam para seu próprio auto-desenvolvimento.
(Kant - Ralph Walker)
A palavra entre parênteses "lícito" é importante. Alguém pode ter um fim que conflite com o dever de promover sua própria perfeição ou felicidade de outrem, e este não seria um fim permitido. Ademais, as pessoas frequentemente têm objetivos que interferem com, ou exploram, em outras pessoas.
O princípio básico do que que Kant denomina a Doutrina do Direito é que é errado interferir na liberdade dos outros, uma liberdade de que necessitam para seu próprio auto-desenvolvimento.
(Kant - Ralph Walker)
quarta-feira, junho 28, 2006
Dica de som pra apreciar.
WOLF MOTHER!
Ducaraio... Meu grande amigo, Bodê, o feio (ahahahaha), me deu a idéia de catar essa banda na Mulinha (santo programa). Ele disse que viu numa resenha ai que a banda parecia uma mistura de Led, Sabbath e Purple... Na hora eu pensei - Hmmmpf... Repare a porra... - Mas putz! A banda e duca... Não só lembra as três bandas já citas como ainda me faz lembrar do Uriah Heep, Free e até do Maiden em certas partes...
BOM PRA CARAIO.
Embora eu desconfie seriamente que a maioria das (poucas) pessoas que lê esse blog é feita de mulheres, e todos nós sabemos que são pouquíssimas as mulheres que sabem ouvir música (ahahaha)(me xinguem!), eu insisto na recomendação. Trata-se do véio e bom hard rock 70tão com todos os seus ingredientes mais fodas. Guitarras foda, baixão pesado e foda e vocal foda...´(pois é... Sempre que ouço hard rock 70tão eu só penso nisso mermo...)(é... Você não entendeu errado não... A piada é essa mesmo!(ahahaha)
As músicas que baixei aqui:
- Colossal
- Dimension
- Joker and the thief
- Love train
- Say Hello
- Vagabond
_____________________________________________________
Fiquem com Deus.
Ducaraio... Meu grande amigo, Bodê, o feio (ahahahaha), me deu a idéia de catar essa banda na Mulinha (santo programa). Ele disse que viu numa resenha ai que a banda parecia uma mistura de Led, Sabbath e Purple... Na hora eu pensei - Hmmmpf... Repare a porra... - Mas putz! A banda e duca... Não só lembra as três bandas já citas como ainda me faz lembrar do Uriah Heep, Free e até do Maiden em certas partes...
BOM PRA CARAIO.
Embora eu desconfie seriamente que a maioria das (poucas) pessoas que lê esse blog é feita de mulheres, e todos nós sabemos que são pouquíssimas as mulheres que sabem ouvir música (ahahaha)(me xinguem!), eu insisto na recomendação. Trata-se do véio e bom hard rock 70tão com todos os seus ingredientes mais fodas. Guitarras foda, baixão pesado e foda e vocal foda...´(pois é... Sempre que ouço hard rock 70tão eu só penso nisso mermo...)(é... Você não entendeu errado não... A piada é essa mesmo!(ahahaha)
As músicas que baixei aqui:
- Colossal
- Dimension
- Joker and the thief
- Love train
- Say Hello
- Vagabond
_____________________________________________________
Fiquem com Deus.
Luther King
"O que mais preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons".
________________________________________
Agradecimento ao Edu por ter me mandado o mail com esse pensamento do Luther King.
________________________________________
Agradecimento ao Edu por ter me mandado o mail com esse pensamento do Luther King.
terça-feira, junho 27, 2006
Cuma???
segunda-feira, junho 26, 2006
Livro de Mateus - O cumprimento da lei e dos profetas
"Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás teu inimigo.
Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem,
para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o sol se levante sobre os maus e bons e a chuva desça sobre os justos e injustos.
Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos tamebm o mesmo?
E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não faazem os publicanos tambem assim?
Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos céus."
__________________________________________________________
Amém.
Só me resta esperar pelo dia em que os justos serão mais numerosos. E que a confiança humanista não seja mais suplantada pelo cinismo.
Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem,
para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o sol se levante sobre os maus e bons e a chuva desça sobre os justos e injustos.
Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos tamebm o mesmo?
E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não faazem os publicanos tambem assim?
Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos céus."
__________________________________________________________
Amém.
Só me resta esperar pelo dia em que os justos serão mais numerosos. E que a confiança humanista não seja mais suplantada pelo cinismo.
sábado, junho 24, 2006
Argentina x México
Outro jogaço na Copa do Mundo. Argentina x México.
Eu e minha irmã conversamos antes do jogo pra saber palpites um do outro. Arriscamos 2x1 pra Argentina e acertamos.
O jogo foi exatamente como pensei. México pressionando... Jogando de igual pra igual. Duelo tático e muita movimentação em campo.
A seleção mexicana abriu o placar com Rafa Marquez, volante do Barcelona. Logo depois os argentinos empataram num gol confuso onde o Crespo mostrou muita presença e oportunismo. Daí pra frente o que se viu foi um belo jogo com chances pros dois lados.
No final da partida, depois de um segundo tempo onde o domínio foi argentino, um gol do Messi foi anulado incorretamente, o que levou a peleja para os acréscimos.
Perto do final do primeiro tempo da prorrogação, Max Rodriguez, o melhor voltante dessa Copa, na minha opnião, marcou um dos maiores golaços do torneio e sacramentou a vitória.
Para os mexicanos fica o ditado que eles mesmos criaram; JOGAMOS COMO NUNCA, PERDEMOS COMO SEMPRE.
Para o próximo jogo, contra os donos da casa, Pekerman tem que pensar se vale mesmo à pena deixar o Messi e o Tevez no banco... Retornar com o Burdisso na lateral direita o quantos antes (o que me faz perguntar por onde está o Javier Zanetti)... E dar uma meia dúzia de grito no ouvido do Riquelme pra ver se ele acorda pra Copa... Tem dois jogos que ele parece dormir em campo....
Eu e minha irmã conversamos antes do jogo pra saber palpites um do outro. Arriscamos 2x1 pra Argentina e acertamos.
O jogo foi exatamente como pensei. México pressionando... Jogando de igual pra igual. Duelo tático e muita movimentação em campo.
A seleção mexicana abriu o placar com Rafa Marquez, volante do Barcelona. Logo depois os argentinos empataram num gol confuso onde o Crespo mostrou muita presença e oportunismo. Daí pra frente o que se viu foi um belo jogo com chances pros dois lados.
No final da partida, depois de um segundo tempo onde o domínio foi argentino, um gol do Messi foi anulado incorretamente, o que levou a peleja para os acréscimos.
Perto do final do primeiro tempo da prorrogação, Max Rodriguez, o melhor voltante dessa Copa, na minha opnião, marcou um dos maiores golaços do torneio e sacramentou a vitória.
Para os mexicanos fica o ditado que eles mesmos criaram; JOGAMOS COMO NUNCA, PERDEMOS COMO SEMPRE.
Para o próximo jogo, contra os donos da casa, Pekerman tem que pensar se vale mesmo à pena deixar o Messi e o Tevez no banco... Retornar com o Burdisso na lateral direita o quantos antes (o que me faz perguntar por onde está o Javier Zanetti)... E dar uma meia dúzia de grito no ouvido do Riquelme pra ver se ele acorda pra Copa... Tem dois jogos que ele parece dormir em campo....
quinta-feira, junho 22, 2006
Chega de "passe e não devolva"!
"Pra evitar ressaca, continue bebendo!" ("sabedoria" popular)
Pois é... Discordo. É esse pensamento que não quero na minha vida.
Pra curar uma doença não se deve usar outra doença ou dose maior da mesma. Por mais que eu saiba que de veneno se faz antídoto, para as doenças do mundo não há antidoto. Há cura. E se chama FÉ. AMOR. BOA VONTADE. RESPEITO. VERDADE. SINCERIDADE.
Vamos dar um fim nessa inércia. Nesse ciclo de dissabores e cegueira.
Abri meu coração como nunca antes fiz. Levei uma apunhalada bem no meio dele quando estava sem defesa. Vejo bem de perto a opção de entrar pro time e dar seguimento ao que todos fazem. Mas não farei. Se depender de mim, nenhuma outra pessoa sofrerá por uma vingança que não lhe diz respeito. Por uma mágoa que não é de sua responsabilidade. Não haverá vingança de minha parte.
Essa dor fica aqui. Só aqui. Beberei esse vinho amargo até que ele acabe. Em minha casa só servirei a mais doce das bebidas.
Pois é... Discordo. É esse pensamento que não quero na minha vida.
Pra curar uma doença não se deve usar outra doença ou dose maior da mesma. Por mais que eu saiba que de veneno se faz antídoto, para as doenças do mundo não há antidoto. Há cura. E se chama FÉ. AMOR. BOA VONTADE. RESPEITO. VERDADE. SINCERIDADE.
Vamos dar um fim nessa inércia. Nesse ciclo de dissabores e cegueira.
Abri meu coração como nunca antes fiz. Levei uma apunhalada bem no meio dele quando estava sem defesa. Vejo bem de perto a opção de entrar pro time e dar seguimento ao que todos fazem. Mas não farei. Se depender de mim, nenhuma outra pessoa sofrerá por uma vingança que não lhe diz respeito. Por uma mágoa que não é de sua responsabilidade. Não haverá vingança de minha parte.
Essa dor fica aqui. Só aqui. Beberei esse vinho amargo até que ele acabe. Em minha casa só servirei a mais doce das bebidas.
2 x 1
Com gol de mão e com gol contra.
Jogador que deveria ser expulso por cuspir no zagueiro, adversário, pouco antes de colocar, com a mão, pra dentro do gol.
Três gols legais que foram anulados pela arbitragem que alegou impedimento.
Jogador que deveria ser expulso por cuspir no zagueiro, adversário, pouco antes de colocar, com a mão, pra dentro do gol.
Três gols legais que foram anulados pela arbitragem que alegou impedimento.
domingo, junho 18, 2006
Am�m.
Que eu beba um litro de veneno do animal mais pe�onhento.
Mas afastai de mim o espir�to da mulher sedenta de soberania e cora��o ego�sta.
Mas afastai de mim o espir�to da mulher sedenta de soberania e cora��o ego�sta.
sábado, junho 17, 2006
Por favor.
Ia escrever um mont�o de texto, mas depois de ver certas coisas eu desisti de faz�-lo.
Puxa vida... N�o sei mais o que fazer.
T� pensando em desistir.
Se algu�m puder me dizer alguma coisa, se Deus falar pra mim atrav�s de algum de voc�s, pessoas queridas, que seja.
Por favor, algu�m me diga alguma coisa que fa�a sentido. Por favor.
AH! Menos voc�... Voc� n�o... De ti n�o quero mais nenhuma palavra.
Puxa vida... N�o sei mais o que fazer.
T� pensando em desistir.
Se algu�m puder me dizer alguma coisa, se Deus falar pra mim atrav�s de algum de voc�s, pessoas queridas, que seja.
Por favor, algu�m me diga alguma coisa que fa�a sentido. Por favor.
AH! Menos voc�... Voc� n�o... De ti n�o quero mais nenhuma palavra.
Em pé. Passo certo. Olhar reto.
Cansaço. Morte. Como é difícil resistir.
Olhares, palavras vazias, verdades tolas, amargura, mágoa. Tédio, desesperança, maldade disfarçada de sangue em veias conhecidas, desconhecidas e reconhecidas. Irreconhecível foi a tolice. Inesquecível é a dor. Invencível é a tristeza, que insiste em usar certos cantos do coração como residência.
Pseudo-testamento de uma alma que quase desiste por inúmeras vezes. Inúmeros argumentos pra fazê-lo. Parecem infinitos. Luzes que se apagam. Portas que não levam a nada sendo abertas dia após dia. Estórias tristes que se repetem. Lições ruins que são aprendidas. Leviandade como conduta. Covardia aliada à esperteza, destruindo quase todos os refúgios conhecidos. Quando aprenderão?
"Desista!" "Desista!" - grita o demônio, mercador desprezível.
"A culpa é sua!" - exclama Loki, advogado competente.
O passo que falta pra dar-lhes razão é evitado pelo único motivo; O Amor.
Olhares, palavras vazias, verdades tolas, amargura, mágoa. Tédio, desesperança, maldade disfarçada de sangue em veias conhecidas, desconhecidas e reconhecidas. Irreconhecível foi a tolice. Inesquecível é a dor. Invencível é a tristeza, que insiste em usar certos cantos do coração como residência.
Pseudo-testamento de uma alma que quase desiste por inúmeras vezes. Inúmeros argumentos pra fazê-lo. Parecem infinitos. Luzes que se apagam. Portas que não levam a nada sendo abertas dia após dia. Estórias tristes que se repetem. Lições ruins que são aprendidas. Leviandade como conduta. Covardia aliada à esperteza, destruindo quase todos os refúgios conhecidos. Quando aprenderão?
"Desista!" "Desista!" - grita o demônio, mercador desprezível.
"A culpa é sua!" - exclama Loki, advogado competente.
O passo que falta pra dar-lhes razão é evitado pelo único motivo; O Amor.
Eu devo ter matado minha mãe de beliscão numa outra encarnação.
As piores frases de todos os tempos (no amor)
_ Precisamos conversar...
_ Não é você, sou eu.
_ Olha, saí de um relacionamento agora e não estou preparado(a).
_ Eu ia te contar, mas...
_ Eu nem ia te contar, mas...
_ Eu queria dar um novo rumo a minha vida.
_ Eu quero ampliar as minhas perspectivas.
_ Sério: eu gosto de você, mas...
_ Eu não procurei. Aconteceu.
_ É que eu preciso da minha liberdade.
_ Não tem nada a ver com você.
_ Você tem a vida toda pela frente.
_ Eu sei que eu posso e até vou me arrepender, mas...
_ Mas...
_ Eu tô precisando ficar um tempo sozinho(a).
_Nos encontramos na hora errada.
_Não te mereço. Você merece coisa bem melhor do que eu em sua vida.
_ Este número não existe.
_ Telefone temporariamente fora de área.
_Não é bem assim... _Estávamos indo bem, mas...
_Calma, não chore...
_Sinto que você está sofrendo demais ao meu lado...
___________________________________________________________
Texto retirado do blog da Tatiana Farah, minha grande amiga, que não foge a regra de que boa parte das melhores mulheres que conheço moram longe de mim. Êta ferro,viu?
__________________________________________________________
Pois é... Então... Ouvi todas essas frases aí... E da mesma pessoa. Quase todas de uma vez só... No mesmo dia, numa mesma conversa... Ai ai... Cada uma, viu?
_ Precisamos conversar...
_ Não é você, sou eu.
_ Olha, saí de um relacionamento agora e não estou preparado(a).
_ Eu ia te contar, mas...
_ Eu nem ia te contar, mas...
_ Eu queria dar um novo rumo a minha vida.
_ Eu quero ampliar as minhas perspectivas.
_ Sério: eu gosto de você, mas...
_ Eu não procurei. Aconteceu.
_ É que eu preciso da minha liberdade.
_ Não tem nada a ver com você.
_ Você tem a vida toda pela frente.
_ Eu sei que eu posso e até vou me arrepender, mas...
_ Mas...
_ Eu tô precisando ficar um tempo sozinho(a).
_Nos encontramos na hora errada.
_Não te mereço. Você merece coisa bem melhor do que eu em sua vida.
_ Este número não existe.
_ Telefone temporariamente fora de área.
_Não é bem assim... _Estávamos indo bem, mas...
_Calma, não chore...
_Sinto que você está sofrendo demais ao meu lado...
___________________________________________________________
Texto retirado do blog da Tatiana Farah, minha grande amiga, que não foge a regra de que boa parte das melhores mulheres que conheço moram longe de mim. Êta ferro,viu?
__________________________________________________________
Pois é... Então... Ouvi todas essas frases aí... E da mesma pessoa. Quase todas de uma vez só... No mesmo dia, numa mesma conversa... Ai ai... Cada uma, viu?
Passion Play
Caraio... Estou ouvindo Passion Play, do Jethro Tull. Como alguém ouve uma música dessa e não sente nada? Como alguém pode não gostar disso? Como alguém pode dizer que é ruim?
Os três primeiros minutos da música são melhores do que toda carreira da Zélia Duncan e da Ana carolina juntas. E tem milhares de pessoas que gostam dessas duas. A Duncan ainda faz umas coisinhas diferentes... Mas putz! Todas as músicas da Ana Carolina são iguais. Parece o Ramones. Ahahahaha... (Tá...Eu gosto do Maiden, e confesso que eles tambem se repetem... Mas não vamos comparar Maiden com essa sapatada cantarolante daqui do Brasil, né? Me economize.
Passion Play é uma obra de arte. Lindo. Detesto essa palavra. Acho muito gay falar "lindo"... (risos) Mas é foda... A música é linda mesmo. Perfeita. absolutamente foda. EHeheheh...
Tull é foda.
Os três primeiros minutos da música são melhores do que toda carreira da Zélia Duncan e da Ana carolina juntas. E tem milhares de pessoas que gostam dessas duas. A Duncan ainda faz umas coisinhas diferentes... Mas putz! Todas as músicas da Ana Carolina são iguais. Parece o Ramones. Ahahahaha... (Tá...Eu gosto do Maiden, e confesso que eles tambem se repetem... Mas não vamos comparar Maiden com essa sapatada cantarolante daqui do Brasil, né? Me economize.
Passion Play é uma obra de arte. Lindo. Detesto essa palavra. Acho muito gay falar "lindo"... (risos) Mas é foda... A música é linda mesmo. Perfeita. absolutamente foda. EHeheheh...
Tull é foda.
Um verdadeiro show de bola.
Pois é... Tudo que nós brasileiros esperamos da Seleção, os argentinos fizeram no jogo dessa sexta.
Teve garra, movimentação, espírito coletivo, toque de bola (maior qualidade do futebol dos caras), dribles, experiência, vontade de vencer, e o que é melhor; Uma cacetada de golaços!
A movimentação foi tanta que três dos seis gols foram marcados por volantes. Dois de Rodriguez e um de Cambiasso, que entrou no lugar do Lucho, que saiu machucado. Crespo, Carlitos e Messi fecharam a lista. Saviola não marcou mas teve partipação fundamental nos três primeiros gols.
Embora tenha ficado feliz pelo belo espetáculo que foi apresentado, confesso que não foi surpresa pra mim. Comentei com amigos o quanto a seleção argentina estava diferente de outros tempos. Usei a palavra "veneno" pois foi a melhor ilustração que consegui fazer em minha mente. É exatamente como eles jogam. Quando o veneno não mata lentamente, é fatal num só bote. Vide o gol aos seis minutos de jogo, e todos os outros que foram marcados quando os sérvios pressionavam fortemente no primeiro tempo.
Os hermanos jogaram da mesma forma contra as pobres vítimas da Costa do Marfim. Em conversas com amigos, disse que o domínio foi total e que a Argentina só levou o gol porque quis. Tive a impressão de que eles tinham certeza da vitória em sua estréia, e só jogaram o suficiente pra vencer, não cansar e não perderem nenhum jogador machucado.
Priorizando a posse de bola, mas sem a lentidão irritante do time do Parreira, os caras conseguem dizer quando e como os adversários podem atacar. Ditam mesmo o ritmo da partida.
Aos 26:20 do segundo tempo da partida contra Sérvia e Montenegro aconteceu exatamente a mesma coisa que foi feita nos mesmos 20 minutos do segundo tempo da estréia. A diferença foi que a torcida não gritou "olé". Todos, com exceção do Abondanzieri, é claro (risos), estavam no campo da Sérvia. Até o mais defensivo zagueiro argentino estava na linha do meio campo! A torcida ficou impaciente com a impossibilidade de criação de alguma jogada, tamanho o congestionamento, e esboçou uma vaia, foi quando os latinos tocaram a bola mais para trás e para o lado, fazendo o jogo rodar, e chamaram os europeus para seu campo de ataque. E eles vieram. Como disse antes, eis um exemplo claro de domínio da partida. Pouco tempo depois disso, o quarto gol é marcado. Havia menos gente pra defender o pobre goleiro sérvio. (risos)
Enfim, chocolate é pouco. Se não fosse dois erros graves da arbitragem, seriam oito na rede sérvia. 8x0 em Copa, convenhamos, não é toda hora... (risos)
Virou três, fechou seis, como dizem.
Com um futebol de extrema qualidade, a Argentina mostrou que o temido Grupo da Morte só serviu de treino.
Vejamos agora como será contra os holandeses. Fico na expectativa de mais um jogaço.
_____________________________________________________________
PS: Este que vos escreve é corintiano. (risos) E ainda que não fosse, cá pra nós, que golaço do Carlitos, hein?
Teve garra, movimentação, espírito coletivo, toque de bola (maior qualidade do futebol dos caras), dribles, experiência, vontade de vencer, e o que é melhor; Uma cacetada de golaços!
A movimentação foi tanta que três dos seis gols foram marcados por volantes. Dois de Rodriguez e um de Cambiasso, que entrou no lugar do Lucho, que saiu machucado. Crespo, Carlitos e Messi fecharam a lista. Saviola não marcou mas teve partipação fundamental nos três primeiros gols.
Embora tenha ficado feliz pelo belo espetáculo que foi apresentado, confesso que não foi surpresa pra mim. Comentei com amigos o quanto a seleção argentina estava diferente de outros tempos. Usei a palavra "veneno" pois foi a melhor ilustração que consegui fazer em minha mente. É exatamente como eles jogam. Quando o veneno não mata lentamente, é fatal num só bote. Vide o gol aos seis minutos de jogo, e todos os outros que foram marcados quando os sérvios pressionavam fortemente no primeiro tempo.
Os hermanos jogaram da mesma forma contra as pobres vítimas da Costa do Marfim. Em conversas com amigos, disse que o domínio foi total e que a Argentina só levou o gol porque quis. Tive a impressão de que eles tinham certeza da vitória em sua estréia, e só jogaram o suficiente pra vencer, não cansar e não perderem nenhum jogador machucado.
Priorizando a posse de bola, mas sem a lentidão irritante do time do Parreira, os caras conseguem dizer quando e como os adversários podem atacar. Ditam mesmo o ritmo da partida.
Aos 26:20 do segundo tempo da partida contra Sérvia e Montenegro aconteceu exatamente a mesma coisa que foi feita nos mesmos 20 minutos do segundo tempo da estréia. A diferença foi que a torcida não gritou "olé". Todos, com exceção do Abondanzieri, é claro (risos), estavam no campo da Sérvia. Até o mais defensivo zagueiro argentino estava na linha do meio campo! A torcida ficou impaciente com a impossibilidade de criação de alguma jogada, tamanho o congestionamento, e esboçou uma vaia, foi quando os latinos tocaram a bola mais para trás e para o lado, fazendo o jogo rodar, e chamaram os europeus para seu campo de ataque. E eles vieram. Como disse antes, eis um exemplo claro de domínio da partida. Pouco tempo depois disso, o quarto gol é marcado. Havia menos gente pra defender o pobre goleiro sérvio. (risos)
Enfim, chocolate é pouco. Se não fosse dois erros graves da arbitragem, seriam oito na rede sérvia. 8x0 em Copa, convenhamos, não é toda hora... (risos)
Virou três, fechou seis, como dizem.
Com um futebol de extrema qualidade, a Argentina mostrou que o temido Grupo da Morte só serviu de treino.
Vejamos agora como será contra os holandeses. Fico na expectativa de mais um jogaço.
_____________________________________________________________
PS: Este que vos escreve é corintiano. (risos) E ainda que não fosse, cá pra nós, que golaço do Carlitos, hein?
sexta-feira, junho 16, 2006
Pausa pro futiba!
Esses dias de Copa do Mundo me fazem pensar em certos sentimentos que não dizem respeito somente ao futebol. É curioso, e um tanto triste, observar como somos movidos, muitas vezes, por impulsos ruins.
A rivalidade, insatisfação, ambição, carência, futilidade... Tudo está aí e a gente nem percebe...
Como transferimos aos jogos a nossa felicidade. Nosso estado de espírito. Sou corintiano e bem sei do que estou falando. Quando o Timão perde eu fico mal mesmo. O tempo vai passando e fico menos, é verdade, mas ainda assim fico.
Por que precisamos tanto nos preocupar se os argentinos, italianos e demais adversários perderão ou não? Por que nos "comovemos" tanto com a situação social de certos países, e quando estes enfrentam nossa Seleção numa simples partida de futebol, esquecemos de tudo e só pensamos que o Ronaldo poderia enfiar mais uns quatro ou cinco na rede dos caras? E que o Roque Junior tinha mais é que dar uma bicuda mais forte naquele venezuelano perna de pau.
Não sei direito o que acontece, mas não consigo mais torcer fanaticamente pela Seleção. Assisto com a expectativa de ver um bom jogo, independente de quem vencerá a partida.
Essa alegria fútil, vazia, cada dia me assusta mais... A idéia de que alguém precisa ser derrotado para que eu me sinta animado a transar, beber, sorrir e encontrar meus amigos para podermos conversar horas tem soado estranha esses tempos.
Talvez por ver que tantos não sabem, sequer, ganhar, é que torço tanto para que percam. Fora o Galvão Bueno, né? Esse estimula o meu sentimento anti-patriota de verdade. A quantidade de idiotice e ufanismo desse senhor me causa crises de gastrite. É muita merda pra apenas uma hora e meia de transmissão.
Bem, falemos então do futebol agora.
Tolice achar que o Robinho no lugar do Ronaldo iria resolver alguma coisa. Primeiro que o Robinho é uma mosca de padaria. Um verdadeiro triatleta; corre, pedala e NADA.
Desafio qualquer um a me dizer o que ele fez de produtivo no segundo tempo da estréia. Correu pra lá e pra cá? Deu "movimentação" à equipe? Tenha paciência, né? Se movimentar mais que o Ronaldo naquele jogo não era desafio nem para minha avó. E tambem não acho que o desempenho do "Fenômeno" seja motivo de tanta falta de respeito. O cara é bom jogador sim. Muito melhor do que outros tantos que estão lá. Não vem bem por motivos que dizem respeito apenas a ele. Se alguém tem problemas pessoais e não vai bem em seu trabalho, não significa que podemos chegar em sua sala e ofendê-lo por isso. O que ele faz da vida dele não me interessa.
Parreira erra ainda mais ao deixá-lo em campo alegando confiança no atleta. Não se trata de confiança. Trata-se de tempo e oportunidade.
Eu no lugar do Parreira deixaria tanto o Ronaldo como o Adriano no banco de reservas. O segundo eu nem sei se convocaria. Só tem força. Não sabe fazer uma tabelinha, não dribla sem empurrar, socar ou chutar o adversário. E como bem diz meu pai, só acerta o gol quando a bola pega errado no pé. (risos)
Tiraria o Ronaldo, até ele recuperar a forma, e colocaria o Juninho Pernambucano no meio campo junto com o Kaká. Teríamos velocidade, passes precisos e chutes de media e longa distância. Ronaldinho e Kaká tem o costume de carregar um pouco a bola. Talvez por isso o meio campo tenha se apresentado tão pouco na estréia.
No lugar do Adriano eu colocaria o Fred. Ele é muito melhor e joga no mesmo time do Juninho. Ganhariamos mais técnica e tambem maior entrosamento.
Pra completar, tiraria o Emerson (que não sei por que cargas d'água não troca o ludopédio pelo wrestling de uma vez por todas) e daria oportunidade ao Mineiro, do São Paulo.
Dessa forma, teríamos um meio defensivamente forte, mas com qualidade de saída de bola, com Mineiro e Zé Roberto. Alta qualidade técnica com Juninho Pernambucano, ao passar e chutar de longe, além da excelente distribuição de bola. Velocidade e finalização com o Kaká. E lá na frente, mais próximos da grande área adversária, teríamos o Ronaldinho caindo pela esquerda, em diagonal, no contrapé do defensor, recurso muito utilizado por ele mesmo, no Barça, e o Fred, com sua incontestável capacidade para marcar gols.
Mas enfim... Nada disso irá acontecer porque nosso técnico treina até as substituições em seus coletivos. (risos) Sai sempre o mesmo pra entrar sempre o mesmo. Ou seja, vocês terão Robinho sassaricando pra lá e pra cá, enquanto o Adriano tromba com Deus e o mundo lá na frente. Tomara que dê certo.
A rivalidade, insatisfação, ambição, carência, futilidade... Tudo está aí e a gente nem percebe...
Como transferimos aos jogos a nossa felicidade. Nosso estado de espírito. Sou corintiano e bem sei do que estou falando. Quando o Timão perde eu fico mal mesmo. O tempo vai passando e fico menos, é verdade, mas ainda assim fico.
Por que precisamos tanto nos preocupar se os argentinos, italianos e demais adversários perderão ou não? Por que nos "comovemos" tanto com a situação social de certos países, e quando estes enfrentam nossa Seleção numa simples partida de futebol, esquecemos de tudo e só pensamos que o Ronaldo poderia enfiar mais uns quatro ou cinco na rede dos caras? E que o Roque Junior tinha mais é que dar uma bicuda mais forte naquele venezuelano perna de pau.
Não sei direito o que acontece, mas não consigo mais torcer fanaticamente pela Seleção. Assisto com a expectativa de ver um bom jogo, independente de quem vencerá a partida.
Essa alegria fútil, vazia, cada dia me assusta mais... A idéia de que alguém precisa ser derrotado para que eu me sinta animado a transar, beber, sorrir e encontrar meus amigos para podermos conversar horas tem soado estranha esses tempos.
Talvez por ver que tantos não sabem, sequer, ganhar, é que torço tanto para que percam. Fora o Galvão Bueno, né? Esse estimula o meu sentimento anti-patriota de verdade. A quantidade de idiotice e ufanismo desse senhor me causa crises de gastrite. É muita merda pra apenas uma hora e meia de transmissão.
Bem, falemos então do futebol agora.
Tolice achar que o Robinho no lugar do Ronaldo iria resolver alguma coisa. Primeiro que o Robinho é uma mosca de padaria. Um verdadeiro triatleta; corre, pedala e NADA.
Desafio qualquer um a me dizer o que ele fez de produtivo no segundo tempo da estréia. Correu pra lá e pra cá? Deu "movimentação" à equipe? Tenha paciência, né? Se movimentar mais que o Ronaldo naquele jogo não era desafio nem para minha avó. E tambem não acho que o desempenho do "Fenômeno" seja motivo de tanta falta de respeito. O cara é bom jogador sim. Muito melhor do que outros tantos que estão lá. Não vem bem por motivos que dizem respeito apenas a ele. Se alguém tem problemas pessoais e não vai bem em seu trabalho, não significa que podemos chegar em sua sala e ofendê-lo por isso. O que ele faz da vida dele não me interessa.
Parreira erra ainda mais ao deixá-lo em campo alegando confiança no atleta. Não se trata de confiança. Trata-se de tempo e oportunidade.
Eu no lugar do Parreira deixaria tanto o Ronaldo como o Adriano no banco de reservas. O segundo eu nem sei se convocaria. Só tem força. Não sabe fazer uma tabelinha, não dribla sem empurrar, socar ou chutar o adversário. E como bem diz meu pai, só acerta o gol quando a bola pega errado no pé. (risos)
Tiraria o Ronaldo, até ele recuperar a forma, e colocaria o Juninho Pernambucano no meio campo junto com o Kaká. Teríamos velocidade, passes precisos e chutes de media e longa distância. Ronaldinho e Kaká tem o costume de carregar um pouco a bola. Talvez por isso o meio campo tenha se apresentado tão pouco na estréia.
No lugar do Adriano eu colocaria o Fred. Ele é muito melhor e joga no mesmo time do Juninho. Ganhariamos mais técnica e tambem maior entrosamento.
Pra completar, tiraria o Emerson (que não sei por que cargas d'água não troca o ludopédio pelo wrestling de uma vez por todas) e daria oportunidade ao Mineiro, do São Paulo.
Dessa forma, teríamos um meio defensivamente forte, mas com qualidade de saída de bola, com Mineiro e Zé Roberto. Alta qualidade técnica com Juninho Pernambucano, ao passar e chutar de longe, além da excelente distribuição de bola. Velocidade e finalização com o Kaká. E lá na frente, mais próximos da grande área adversária, teríamos o Ronaldinho caindo pela esquerda, em diagonal, no contrapé do defensor, recurso muito utilizado por ele mesmo, no Barça, e o Fred, com sua incontestável capacidade para marcar gols.
Mas enfim... Nada disso irá acontecer porque nosso técnico treina até as substituições em seus coletivos. (risos) Sai sempre o mesmo pra entrar sempre o mesmo. Ou seja, vocês terão Robinho sassaricando pra lá e pra cá, enquanto o Adriano tromba com Deus e o mundo lá na frente. Tomara que dê certo.
quinta-feira, junho 15, 2006
Perguntas
Fidelidade ou falta de oportunidade?
Amor ou carência?
Respeito ou mentira?
Fraqueza ou vício?
Amor ou carência?
Respeito ou mentira?
Fraqueza ou vício?
Sim. É para você. Leia com atenção.
HEAVEN BESIDE YOU
Alice in Chains
Be what you wanna be
See what you came to see
Been what you wanna be
I don't like what I see
Like the coldest winter chill
Heaven beside you ...
Hell within
Like the coldest winter chill
Heaven beside you ...
Hell within
Like the coldest winter will
Heaven beside you ...
Hell within
And you think you have it still, heaven inside you
So there's problems in your life
That's fucked up
And I'm not blind
I'm just see-through faded,
Super jaded,
And out of my mind
Do what you wanna do
Go out and seek your truth
When I'm down and blue
Rather be me than you
Like the coldest winter chill
Heaven beside you ...
Hell within
Like the coldest winter chill
Heaven beside you ...
Hell within
And you think you have it still, heaven inside you
So there's problems in your life
That's fucked up
And I'm not blind
I'm just see-through faded,
Super jaded,
And out of my mind
Alice in Chains
Be what you wanna be
See what you came to see
Been what you wanna be
I don't like what I see
Like the coldest winter chill
Heaven beside you ...
Hell within
Like the coldest winter chill
Heaven beside you ...
Hell within
Like the coldest winter will
Heaven beside you ...
Hell within
And you think you have it still, heaven inside you
So there's problems in your life
That's fucked up
And I'm not blind
I'm just see-through faded,
Super jaded,
And out of my mind
Do what you wanna do
Go out and seek your truth
When I'm down and blue
Rather be me than you
Like the coldest winter chill
Heaven beside you ...
Hell within
Like the coldest winter chill
Heaven beside you ...
Hell within
And you think you have it still, heaven inside you
So there's problems in your life
That's fucked up
And I'm not blind
I'm just see-through faded,
Super jaded,
And out of my mind
Tull é foda!
Graças a Deus existe o Jethro Tull... Como é bom!
(Não respeito muito quem não gosta de Tull... Até posso perdoar quem nunca ouviu, mas quem já o fez e não entendeu nada... Hmmm... Tsc tsc tsc...
(Não respeito muito quem não gosta de Tull... Até posso perdoar quem nunca ouviu, mas quem já o fez e não entendeu nada... Hmmm... Tsc tsc tsc...
Nothing to say - Jethro Tull
Everyday there's someone asking
what is there to do?
Should I love or should I fight
is it all the same to you?
No I say I have the answer
proven to be true,
But if I were to share it with you,
you would stand to gain
and I to lose.
Oh I couldn't bear it
so I've got nothing to say.
Nothing to say.
Every morning pressure forming
all around my eyes.
Ceilings crash, the walls collapse,
broken by the lies
that your misfortune brought upon us
and I won't disguise them.
So don't ask me will I explain
I won't even begin to tell you why.
No, just because I have a name
well I've got nothing to say.
Nothing to say.
Climb a tower of freedom,
paint your own deceiving sign.
It's not my power
to criticize or to ask you to be blind
To your own pressing problem
and the hate you must unwind.
So ask of me no answer
there is none that I could give
you wouldn't find.
I went your way ten years ago
and I've got nothing to say.
Nothing to say.
what is there to do?
Should I love or should I fight
is it all the same to you?
No I say I have the answer
proven to be true,
But if I were to share it with you,
you would stand to gain
and I to lose.
Oh I couldn't bear it
so I've got nothing to say.
Nothing to say.
Every morning pressure forming
all around my eyes.
Ceilings crash, the walls collapse,
broken by the lies
that your misfortune brought upon us
and I won't disguise them.
So don't ask me will I explain
I won't even begin to tell you why.
No, just because I have a name
well I've got nothing to say.
Nothing to say.
Climb a tower of freedom,
paint your own deceiving sign.
It's not my power
to criticize or to ask you to be blind
To your own pressing problem
and the hate you must unwind.
So ask of me no answer
there is none that I could give
you wouldn't find.
I went your way ten years ago
and I've got nothing to say.
Nothing to say.
Nothing is easy - Jethro Tull
Nothing is easy.
Though time gets you worrying
my friend, it's o.k.
Just take your life easy
and stop all that hurrying,
be happy my way.
When tension starts mounting
and you've lost count
of the pennies you've missed,
just try hard and see why they're not worrying me,
they're last on my list.
Nothing's easy.
Nothing is easy, you'll find
that the squeeze won't turn out so bad.
Your fingers may freeze, worse things happen at sea,
there's good times to be had.
So if you're alone and you're down to the bone,
just give us a play.
You'll smile in a while and discover
that I'll get you happy my way
nothing's easy.
Though time gets you worrying
my friend, it's o.k.
Just take your life easy
and stop all that hurrying,
be happy my way.
When tension starts mounting
and you've lost count
of the pennies you've missed,
just try hard and see why they're not worrying me,
they're last on my list.
Nothing's easy.
Nothing is easy, you'll find
that the squeeze won't turn out so bad.
Your fingers may freeze, worse things happen at sea,
there's good times to be had.
So if you're alone and you're down to the bone,
just give us a play.
You'll smile in a while and discover
that I'll get you happy my way
nothing's easy.
quarta-feira, junho 14, 2006
Esboços, cores, tempo e tudo que amo...
MamaVeinhoTutiBolaGuigoSamGlaubinhoTigalEduPaulinho
MuriçocaBodêDelodekNerigaAndreCalangoFungosaSolLelêu
AngeloSandrinhaMourãoYaraJaqueTiaLeoVóOlgaBatataAranha
TiaKatiaTiaVirginiaTecoLuiJessiquinhaKiuRafaRenatinha
NeidinhaJuJuliMarcioCarinaPepsCarlaCarlinhaLecoBabuTioLula
ManuManuelfaninaMarcinhaMilaMikaCrisZilRoselyFlocConceição
AndersonFelipeRafaelTatiTitianaSabMarcolinoCyntiaMarcãoZicão
StellaJanDaniMagaliMargarethMiriamCarlotaIsaacMarcioherba
ViviherbaPêuClarinhaClarotaEleupsAndrebiloideMauroNoca
VanialauraJoãoCelinhaLaurinhaGabyThiagoFWiltonPcAlViviLilla
IrisRobertoSulaCarolzinhaDaiJulitahinCiraLadaEloisaInaiaIomutã
DiegoInaiêTinhoSandroEteuvinaAnapaulaAdrianaLisAstrogildo
TiaAnitaSimoaWoodsonCrislioyIsabelaAgathaAlexandreB2Charles
CharlesjosephEvandromeuriDanilaFrancisJulimeloLeilaMarialucia
DinhoBrunicaPatySilJorgeTaianeVeronicaCamilaArianaArielLaisJaci
MarianaGermanoUilmaStephaneDonaLurdesMarliSeuDeoDonaEliene
BragaLilicaBerniRenataRafaelaCaioZérobertoCeliaBetoCacáLiviaTonico
VôZequinhaVôAlfredoTioPepéTerezaMelissaLiciaSeuRaimundoNelma
EviVóTeresaIsaCarmemIsabelapromoBelinhaMauricioRogerioRicardo
RosePamQuitoLiliCelioCelinhoMonicaMiluJandiraPequenitaRaimunda
MuriçocaBodêDelodekNerigaAndreCalangoFungosaSolLelêu
AngeloSandrinhaMourãoYaraJaqueTiaLeoVóOlgaBatataAranha
TiaKatiaTiaVirginiaTecoLuiJessiquinhaKiuRafaRenatinha
NeidinhaJuJuliMarcioCarinaPepsCarlaCarlinhaLecoBabuTioLula
ManuManuelfaninaMarcinhaMilaMikaCrisZilRoselyFlocConceição
AndersonFelipeRafaelTatiTitianaSabMarcolinoCyntiaMarcãoZicão
StellaJanDaniMagaliMargarethMiriamCarlotaIsaacMarcioherba
ViviherbaPêuClarinhaClarotaEleupsAndrebiloideMauroNoca
VanialauraJoãoCelinhaLaurinhaGabyThiagoFWiltonPcAlViviLilla
IrisRobertoSulaCarolzinhaDaiJulitahinCiraLadaEloisaInaiaIomutã
DiegoInaiêTinhoSandroEteuvinaAnapaulaAdrianaLisAstrogildo
TiaAnitaSimoaWoodsonCrislioyIsabelaAgathaAlexandreB2Charles
CharlesjosephEvandromeuriDanilaFrancisJulimeloLeilaMarialucia
DinhoBrunicaPatySilJorgeTaianeVeronicaCamilaArianaArielLaisJaci
MarianaGermanoUilmaStephaneDonaLurdesMarliSeuDeoDonaEliene
BragaLilicaBerniRenataRafaelaCaioZérobertoCeliaBetoCacáLiviaTonico
VôZequinhaVôAlfredoTioPepéTerezaMelissaLiciaSeuRaimundoNelma
EviVóTeresaIsaCarmemIsabelapromoBelinhaMauricioRogerioRicardo
RosePamQuitoLiliCelioCelinhoMonicaMiluJandiraPequenitaRaimunda
terça-feira, junho 13, 2006
About me, by Milton Nascimento...Ele não sabe, mas está falando de mim...(risos)
Bola de Meia, Bola de Gude
Milton Nascimento
Composição: Milton Nascimento
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Carater, bondade alegria e amor
Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sussegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem pra me dar a mão
Milton Nascimento
Composição: Milton Nascimento
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Carater, bondade alegria e amor
Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sussegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem pra me dar a mão
Depois de 10,um 12 só.
É... Pois é... Ja havia esquecido como é passar o dia 12 de junho sozinho... Mas depois de dez anos, cá estou...
Tem gente amarga que diz que é um dia como outro qualquer... Que não é nada mais do que um truque dos comerciantes e tal... Também... Lógico que é... Até acho que num relacionamento devemos sempre procurar fazer de todo dia um dia especial... Mas isso é quase impossível... Quer dizer, especial todo dia é mesmo, mas é claro que nem sempre estamos bem o suficiente pra espalhar felicidade... (risos)
Precisamos de festa sim. Todo mundo precisa de uma data pra comemorar. Acho a idéia de ter um dia especial para os namorados muito boa. Mesmo...
Passei o dia como um outro qualquer, afinal, solteiro que estou, e às vezes penso em ser, não tive muito o que fazer de diferente... Nem os amigos estavam acessíveis, já que boa parte deles(as) são comprometidos(as)...
Enfim, não sofri por isso, não... Senti falta de algumas coisas, minha mente foi cutucada com algumas lembranças, mas nada que me tirasse o equilibrio e (ou) me fizesse chorar e (ou)entristecer de vez... (risos)
Dia comum, mas nem por isso uma dia ruim... Dia bom sim... Só... E bem companhado.
Agora deixa eu ir dormir que esse friozinho é uma maravilha pra deitar... (risos)
Tem gente amarga que diz que é um dia como outro qualquer... Que não é nada mais do que um truque dos comerciantes e tal... Também... Lógico que é... Até acho que num relacionamento devemos sempre procurar fazer de todo dia um dia especial... Mas isso é quase impossível... Quer dizer, especial todo dia é mesmo, mas é claro que nem sempre estamos bem o suficiente pra espalhar felicidade... (risos)
Precisamos de festa sim. Todo mundo precisa de uma data pra comemorar. Acho a idéia de ter um dia especial para os namorados muito boa. Mesmo...
Passei o dia como um outro qualquer, afinal, solteiro que estou, e às vezes penso em ser, não tive muito o que fazer de diferente... Nem os amigos estavam acessíveis, já que boa parte deles(as) são comprometidos(as)...
Enfim, não sofri por isso, não... Senti falta de algumas coisas, minha mente foi cutucada com algumas lembranças, mas nada que me tirasse o equilibrio e (ou) me fizesse chorar e (ou)entristecer de vez... (risos)
Dia comum, mas nem por isso uma dia ruim... Dia bom sim... Só... E bem companhado.
Agora deixa eu ir dormir que esse friozinho é uma maravilha pra deitar... (risos)
segunda-feira, junho 12, 2006
domingo, junho 11, 2006
Alguém só.
O dia já amanhece. Resolvi escrever depois de uma longa noite, e uma madrugada ainda mais estranha...
Tenho pensado em tanta coisa. Descoberto um numero ainda maior de outras. Me sinto mais seguro. Completo. Aceito a mim como nunca em minha vida já aconteceu. Nunca?.... Não sei se nunca. Não me lembro se antes dos meus sete anos eu já era assim...
É engraçado... Foi com sete anos que me apaixonei pela primeira vez. Com sete anos descobri o que é amar. Esse amor durou até os dezessete. Houve outras paixões nesses dez anos, mas amor mesmo era só esse. E pensar que ela nem sabia da minha existência....
O amor se transformou em desilusão aos dezessete... E por isso terminou. Não que eu acreditasse, mesmo, que teria ela depois de me declarar. Sabia que não teria. Sabia que era uma guerra perdida antes mesmo do rufar dos tambores. Mas houve desrepeito. Pouca consideração. Houve medo. Inabilidade.
Enfim... Passei por isso... Balancei, balancei, mas não caí.
Dois anos depois, ou talvez um pouco mais, eu me vejo amando novamente. Dessa vez foi diferente... Minha iniciativa foi rápida... Tinha medo de esperar de novo pra sofrer mais. Se fosse doer, que doesse logo.
Dessa vez dei sorte. Fui correspondido. E durante muito tempo. Nove anos de relacionamento. Uma dia acabou. Como tudo na vida acaba. Na ocasião tambem houve choro, tristeza... Tambem houve desrepeito, medo e tudo que já conhecia de outros tempos.
Meses depois me vejo novamente apaixonado, e logo em seguida, amando de novo. Fui rápido tambem. Não era exatamente coragem... Era o contrário... Medo de esperar... Angústia... Me transformei num guerreiro berserker... Resolvo tudo de imediato agora. Pelo menos no que diz respeito a me entregar.
Tambem terminou. E dessa vez foi a pior de todas. Tudo que já conhecia, só que numa intensidade gigantescamente maior. A porrada foi bem forte. Dura. Inesperada. Não a porrada exatamente, mas sim de onde veio e como veio. Uma só facada... Pelas costas. A arma que mais temo. A que mais odeio. A pior de todas. Contra quem nunca consigo me defender; a mentira. Traição, não necessariamente física... Nem sei ao certo mesmo o que de fato aconteceu... Mas traída foi a minha confiança, a minha esperança e muito da minha força de vontade em continuar seguindo pelo caminho que escolhi desde sempre.
Dessa vez me vi desesperançoso... Bem mais fraco do que sempre achei que fosse.
Mas Deus é sábio mesmo. Me deu um problema que pude resolver. Não que a resolução fosse algo externo, que envolvesse mais alguém... Não. A solução dessa vez era dentro de mim.
Como disse no começo, hoje me sinto mais confiante. Uma alegria estranha, esquecida, começa a tomar conta do meu coração. Ando nas ruas de cabeça erguida. Me sinto bem sozinho.
Contudo, nessas horas, por mais irônico que possa parecer, as ofensas que antes passavam desapercebidas, hoje parecem ter mais poder sobre mim. Mais poder destrutivo. As ofensas agora ferem muito. Me ferem o estômago, o peito... A vontade. A fé.
Estava no quarto e subitamente surgiu essa sensação de abandono. Como se tivesse sido largado mesmo. Esquecido de lado. Jogado no fundo do ármario... Dum maleiro qualquer... Num canto onde ninguém pudesse ver. Aquela fraqueza apareceu de novo, junto com uma vontade de desistir e ir embora.
Resolvi ir até o banheiro lavar o rosto e tentar me animar, quando dei de cara comigo mesmo no espelho. E só então me dei conta de que o menino já é homem faz tempo. Não reconheci aquele corpo e nem mesmo o rosto no espelho. Não era eu. Não me lembrei o que aconteceu com o tempo. O que se passou até hoje, dia onde me vejo no espelho sem a menor idéia de onde vim.
Por que me transformei em quem sou... Nem por que, nem como e nem quando... Tudo que sou são histórias fracassadas de amores não correspondidos? Tudo que sou vem da dor? Esse homem que já viveu três decadas apareceu de onde? A criança se foi e não disse pra onde.
E o que eu faço agora com esse monte de corpo que vejo no espelho?
Vale mesmo à pena continuar aqui?
Vale mesmo caminhar essa estrada?
Tenho pensado em tanta coisa. Descoberto um numero ainda maior de outras. Me sinto mais seguro. Completo. Aceito a mim como nunca em minha vida já aconteceu. Nunca?.... Não sei se nunca. Não me lembro se antes dos meus sete anos eu já era assim...
É engraçado... Foi com sete anos que me apaixonei pela primeira vez. Com sete anos descobri o que é amar. Esse amor durou até os dezessete. Houve outras paixões nesses dez anos, mas amor mesmo era só esse. E pensar que ela nem sabia da minha existência....
O amor se transformou em desilusão aos dezessete... E por isso terminou. Não que eu acreditasse, mesmo, que teria ela depois de me declarar. Sabia que não teria. Sabia que era uma guerra perdida antes mesmo do rufar dos tambores. Mas houve desrepeito. Pouca consideração. Houve medo. Inabilidade.
Enfim... Passei por isso... Balancei, balancei, mas não caí.
Dois anos depois, ou talvez um pouco mais, eu me vejo amando novamente. Dessa vez foi diferente... Minha iniciativa foi rápida... Tinha medo de esperar de novo pra sofrer mais. Se fosse doer, que doesse logo.
Dessa vez dei sorte. Fui correspondido. E durante muito tempo. Nove anos de relacionamento. Uma dia acabou. Como tudo na vida acaba. Na ocasião tambem houve choro, tristeza... Tambem houve desrepeito, medo e tudo que já conhecia de outros tempos.
Meses depois me vejo novamente apaixonado, e logo em seguida, amando de novo. Fui rápido tambem. Não era exatamente coragem... Era o contrário... Medo de esperar... Angústia... Me transformei num guerreiro berserker... Resolvo tudo de imediato agora. Pelo menos no que diz respeito a me entregar.
Tambem terminou. E dessa vez foi a pior de todas. Tudo que já conhecia, só que numa intensidade gigantescamente maior. A porrada foi bem forte. Dura. Inesperada. Não a porrada exatamente, mas sim de onde veio e como veio. Uma só facada... Pelas costas. A arma que mais temo. A que mais odeio. A pior de todas. Contra quem nunca consigo me defender; a mentira. Traição, não necessariamente física... Nem sei ao certo mesmo o que de fato aconteceu... Mas traída foi a minha confiança, a minha esperança e muito da minha força de vontade em continuar seguindo pelo caminho que escolhi desde sempre.
Dessa vez me vi desesperançoso... Bem mais fraco do que sempre achei que fosse.
Mas Deus é sábio mesmo. Me deu um problema que pude resolver. Não que a resolução fosse algo externo, que envolvesse mais alguém... Não. A solução dessa vez era dentro de mim.
Como disse no começo, hoje me sinto mais confiante. Uma alegria estranha, esquecida, começa a tomar conta do meu coração. Ando nas ruas de cabeça erguida. Me sinto bem sozinho.
Contudo, nessas horas, por mais irônico que possa parecer, as ofensas que antes passavam desapercebidas, hoje parecem ter mais poder sobre mim. Mais poder destrutivo. As ofensas agora ferem muito. Me ferem o estômago, o peito... A vontade. A fé.
Estava no quarto e subitamente surgiu essa sensação de abandono. Como se tivesse sido largado mesmo. Esquecido de lado. Jogado no fundo do ármario... Dum maleiro qualquer... Num canto onde ninguém pudesse ver. Aquela fraqueza apareceu de novo, junto com uma vontade de desistir e ir embora.
Resolvi ir até o banheiro lavar o rosto e tentar me animar, quando dei de cara comigo mesmo no espelho. E só então me dei conta de que o menino já é homem faz tempo. Não reconheci aquele corpo e nem mesmo o rosto no espelho. Não era eu. Não me lembrei o que aconteceu com o tempo. O que se passou até hoje, dia onde me vejo no espelho sem a menor idéia de onde vim.
Por que me transformei em quem sou... Nem por que, nem como e nem quando... Tudo que sou são histórias fracassadas de amores não correspondidos? Tudo que sou vem da dor? Esse homem que já viveu três decadas apareceu de onde? A criança se foi e não disse pra onde.
E o que eu faço agora com esse monte de corpo que vejo no espelho?
Vale mesmo à pena continuar aqui?
Vale mesmo caminhar essa estrada?
sexta-feira, junho 09, 2006
Pessoas.
Grande merda é o terceiro.
Grande coisa também é a segunda.
O primeiro precisa acordar.
Vivamos então, cada um com sua dor.
Meu olhar está cada dia mais focado. Minha fé cada dia maior.
O tempo sempre nos mostra como somos tolos.
Chegará a hora onde mostrarei virtude frente às armadilhas do mal e seu poder.
_____________________________________________________
Seja feita a Vossa vontade, assim na Terra como no Céu!
Grande coisa também é a segunda.
O primeiro precisa acordar.
Vivamos então, cada um com sua dor.
Meu olhar está cada dia mais focado. Minha fé cada dia maior.
O tempo sempre nos mostra como somos tolos.
Chegará a hora onde mostrarei virtude frente às armadilhas do mal e seu poder.
_____________________________________________________
Seja feita a Vossa vontade, assim na Terra como no Céu!
quinta-feira, junho 08, 2006
GRAÇAS A DEUS EXISTE O HEAVY METAL!!!
Posso até me sentir fraco, posso até balançar, deprimir e etc... Mas cair nunca!
Minha força é infinita mesmo... Forjado em metal! A força nunca acaba e eu sempre renasço ainda melhor.
Não quis? Tem quem queira.
Sabe Deus onde, mas vai aparecer... (ahahahahah)
______________________________________________________________
Holy Thunderforce
(Rhapsody)
Face me evil bastards,smell the hate of angels
Glory, pride and bloodshed
Cowards and beholders, rapers of my wisdom
Mix of dust and bones
(...)
So we'll fight against the wind
for the glory of the kings
to defeat the evil enemies
And we'll ride with our lord
for the power and the throne
in the name of holy thunderforce
(...)
Minha força é infinita mesmo... Forjado em metal! A força nunca acaba e eu sempre renasço ainda melhor.
Não quis? Tem quem queira.
Sabe Deus onde, mas vai aparecer... (ahahahahah)
______________________________________________________________
Holy Thunderforce
(Rhapsody)
Face me evil bastards,smell the hate of angels
Glory, pride and bloodshed
Cowards and beholders, rapers of my wisdom
Mix of dust and bones
(...)
So we'll fight against the wind
for the glory of the kings
to defeat the evil enemies
And we'll ride with our lord
for the power and the throne
in the name of holy thunderforce
(...)
quarta-feira, junho 07, 2006
A parte engraçada da vida.
O que mais me fascina é a ironia da vida... Como ela zomba da nossa cara e ainda nos faz aprender e agradecer por isso...
Tenho aprendido muito mesmo com as coisas que aconteceram nos ultimos dias, e muito tambem através da leitura, hábito que havia largado no canto... Mas a parte mais divertida de tudo isso é que o livro que leio agora chegou as minhas mãos como presente de uma pessoa por quem cultivo sentimentos nobres, sublimes e aparentemente infinitos. Só que essa mesma pessoa me ensinou coisas duma maneira muito dolorida, triste e à primeira vista, desnecessária tudo que entendo agora. E ainda pior, esse livro parece ser mais apropriado para ela ler!
Sinto que é como o Chefe Lá de Cima (risos) estivesse me dizendo que é para eu aprender antes e poder ser uma feramenta dele na vida dessa pessoa de quem falei.
O problema todo é que meus sentimentos confudiram minha cabeça na hora de compreender o meu limite na vida dela. Meu papel é apenas um. E eu quis demais. Caí de pára-quedas numa história que nunca foi minha...
É... Mas é... Perdendo e aprendendo a jogar. Fica pra próxima.
Tenho aprendido muito mesmo com as coisas que aconteceram nos ultimos dias, e muito tambem através da leitura, hábito que havia largado no canto... Mas a parte mais divertida de tudo isso é que o livro que leio agora chegou as minhas mãos como presente de uma pessoa por quem cultivo sentimentos nobres, sublimes e aparentemente infinitos. Só que essa mesma pessoa me ensinou coisas duma maneira muito dolorida, triste e à primeira vista, desnecessária tudo que entendo agora. E ainda pior, esse livro parece ser mais apropriado para ela ler!
Sinto que é como o Chefe Lá de Cima (risos) estivesse me dizendo que é para eu aprender antes e poder ser uma feramenta dele na vida dessa pessoa de quem falei.
O problema todo é que meus sentimentos confudiram minha cabeça na hora de compreender o meu limite na vida dela. Meu papel é apenas um. E eu quis demais. Caí de pára-quedas numa história que nunca foi minha...
É... Mas é... Perdendo e aprendendo a jogar. Fica pra próxima.
POR QUE SER MORAL?
CAPÍTULO 15
POR QUE SER UM SUPER-HERÓI?
POR QUE SER MORAL? *
- C. Stephen Layman – Professor de Filosofia na Universidade Seattle Pacific. Autor dos livros The Shape of the Good e The Power of the Logic, além de numerosos artigos acadêmicos em periódicos profissionais.
MOTIVOS PARA ALGUÉM SER MORAL
Motivo um: Se você não cumprir seu dever moral, será afetado por consequências negativas, de modo direto ou indireto.
A expressão “consequências negativas é vaga, admito; por isso, deixe-me esclarecê-la. Se as consequências negativas forem menores (como um tapa no punho, literal ou figurativo), elas não proporcionarão motivos suficientemente bons para serem morais. Então, as consequências negativas devem contrabalancear, ou seja, devem ser mais que suficientes para compensar o que quer que ganhe por não cumprir com sua obrigação. Além disso, as consequências negativas não devem ser negativas apenas sob o ponto de vista moral, como a perda da integridade moral. Em vez disso, elas precisam envolver tipos de sofrimento ou perda que gostaríamos de evitar mesmo que, fora isso, não nos importemos com a moralidade. Em suma, o Motivo Um diz que nunca alcançaremos nosso auto-interesse, se fizermos algo moralmente errado.
Motivo Dois: Porque é certo.
Aplicada à pergunta maior, “por que ser moral?”, essa resposta significaria: “Porque ser moral é certo.” Ora, pode parecer simples demais, mas alguns grandes filósofos, como Immanuel Kant (1724-1804) e F. H. Bradley (1846-1924), levam tal conceito muito à sério. A idéia básica é a seguinte: não podemos convencer as pessoas a cumprir seus deveres morais apelando para o auto-interesse delas, pois, se fizerem a coisa certa só por motivos de auto-interesse, não estão agindo de modo moral. Devemos fazer a coisa certa porque é o certo, e não alguma recompensa pessoal.
(...) Os super-heróis clássicos cumprem essa tarefa porque acham que é a atitude certa, e não porque pensam que terão benefícios pessoais.
Entretanto, é óbvio que o Motivo Dois não oferece uma resposta satisfatória à pergunta: “Por que ser moral?” Sem dúvida, devemos fazer o que é certo porque é certo, e não para obter uma recompensa estritamente pessoal. Mas e se, diante de tal caso, nós tivermos motivos mais fortes para fazer a coisa errada? Então,fazer o certo seria irracional. E seria desmoralizador viver em um Universo em que só podemos ser plenamente morais se formos irracionais. Assim, embora devamos fazer o certo porque é certo, precisamos ter certeza de que, ao agir dessa maneira, não estamos sendo irracionais.
Agora, vamos organizar nossas referências. Faremos isso constratando os Motivos Um e Dois com alguns motivos diferentes apresentados por figuras de destaque na história da Filosofia, de modo particular Platão e Aristóteles. À nossa pergunta “por que ser moral?”, Platão daria a seguinte resposta:
Motivo Três: Cumprir o seu dever é o único modo de você obter harmonia em sua alma (em termos mais vulgares, paz de espírito).
De acordo com Platão, a alma de uma pessoa é constituída de razão, apetites e o que le chamava de “o elemento animado”. A razão inclui a consciência, aquela faculdade ou habilidade interior por meio da qual, na maioria das situações, nós sabemos o que é certo e errado. Os apetites são desejos físicos por coisas como comida, bebida e sexo. Por meio do elemento animado, somos competitivos ou nos dispomos a lutar e nos empenhar. Para Platão, a razão (portanto, a consciência) deve governar a alma; do contrário, a alma ficará desordenada e sem harmonia. Portanto, a harmonia da alma (ou paz de espírito) só é possível se formos morais.
A resposta de Platão pode servir para algumas pessoas corretas e morais. Essas pessoas têm uma consciência bem formada, semtem-se culpadas quando violam o que a consciência lhes ordenou a fazer, talvez se flagelando até por pequenas transgressões. (...) Como muitos outros super-heróis, sempre que ele se sente atraído pela idéia de abandonar suas responsabilidades, o tumulto interior de sua consciência pesada o coloca de volta ao caminho. Ele não se sente bem com sua alma, a menos que esteja lá nas ruas, fazendo o bem ao mundo.
(...) Alguns teóricos morais, como Aristóteles, enfatizavam traços de caráter, virtudes e vícios, em vez de veres, em suas versões de moralidade. As virtudes incluem ser sábio, justo, moderado e corajoso. Os vícios incluem traços como ser tolo, injusto, imoderado e covarde. Sob o ponto de vista de Aristóteles, avida boa e correta para um ser humano é uma vida de acordo com a virtude. Essa abordagem da ética sugere o seguinte motivo para sermos morais:
Motivo Quatro: A virtude é sua própria recompensa; ou seja, ter um bom caráter moral (ter virtudes) é necessariamente um benefício maior que qualquer outro que você possa obter à custa de seu bom caráter moral.
* Super-Heróis e a Filosofia - Verdade, Justiça e o Caminho Socrático.
_____________________________________________________________
Nos próximos dias, ou quem sabe horas, colocarei o resto quarto motivo e tambem o "Motivo Cinco: Ser moral sempre compensa, no fim, uma vez que o "fim" inclui a vida após a morte."
POR QUE SER UM SUPER-HERÓI?
POR QUE SER MORAL? *
- C. Stephen Layman – Professor de Filosofia na Universidade Seattle Pacific. Autor dos livros The Shape of the Good e The Power of the Logic, além de numerosos artigos acadêmicos em periódicos profissionais.
MOTIVOS PARA ALGUÉM SER MORAL
Motivo um: Se você não cumprir seu dever moral, será afetado por consequências negativas, de modo direto ou indireto.
A expressão “consequências negativas é vaga, admito; por isso, deixe-me esclarecê-la. Se as consequências negativas forem menores (como um tapa no punho, literal ou figurativo), elas não proporcionarão motivos suficientemente bons para serem morais. Então, as consequências negativas devem contrabalancear, ou seja, devem ser mais que suficientes para compensar o que quer que ganhe por não cumprir com sua obrigação. Além disso, as consequências negativas não devem ser negativas apenas sob o ponto de vista moral, como a perda da integridade moral. Em vez disso, elas precisam envolver tipos de sofrimento ou perda que gostaríamos de evitar mesmo que, fora isso, não nos importemos com a moralidade. Em suma, o Motivo Um diz que nunca alcançaremos nosso auto-interesse, se fizermos algo moralmente errado.
Motivo Dois: Porque é certo.
Aplicada à pergunta maior, “por que ser moral?”, essa resposta significaria: “Porque ser moral é certo.” Ora, pode parecer simples demais, mas alguns grandes filósofos, como Immanuel Kant (1724-1804) e F. H. Bradley (1846-1924), levam tal conceito muito à sério. A idéia básica é a seguinte: não podemos convencer as pessoas a cumprir seus deveres morais apelando para o auto-interesse delas, pois, se fizerem a coisa certa só por motivos de auto-interesse, não estão agindo de modo moral. Devemos fazer a coisa certa porque é o certo, e não alguma recompensa pessoal.
(...) Os super-heróis clássicos cumprem essa tarefa porque acham que é a atitude certa, e não porque pensam que terão benefícios pessoais.
Entretanto, é óbvio que o Motivo Dois não oferece uma resposta satisfatória à pergunta: “Por que ser moral?” Sem dúvida, devemos fazer o que é certo porque é certo, e não para obter uma recompensa estritamente pessoal. Mas e se, diante de tal caso, nós tivermos motivos mais fortes para fazer a coisa errada? Então,fazer o certo seria irracional. E seria desmoralizador viver em um Universo em que só podemos ser plenamente morais se formos irracionais. Assim, embora devamos fazer o certo porque é certo, precisamos ter certeza de que, ao agir dessa maneira, não estamos sendo irracionais.
Agora, vamos organizar nossas referências. Faremos isso constratando os Motivos Um e Dois com alguns motivos diferentes apresentados por figuras de destaque na história da Filosofia, de modo particular Platão e Aristóteles. À nossa pergunta “por que ser moral?”, Platão daria a seguinte resposta:
Motivo Três: Cumprir o seu dever é o único modo de você obter harmonia em sua alma (em termos mais vulgares, paz de espírito).
De acordo com Platão, a alma de uma pessoa é constituída de razão, apetites e o que le chamava de “o elemento animado”. A razão inclui a consciência, aquela faculdade ou habilidade interior por meio da qual, na maioria das situações, nós sabemos o que é certo e errado. Os apetites são desejos físicos por coisas como comida, bebida e sexo. Por meio do elemento animado, somos competitivos ou nos dispomos a lutar e nos empenhar. Para Platão, a razão (portanto, a consciência) deve governar a alma; do contrário, a alma ficará desordenada e sem harmonia. Portanto, a harmonia da alma (ou paz de espírito) só é possível se formos morais.
A resposta de Platão pode servir para algumas pessoas corretas e morais. Essas pessoas têm uma consciência bem formada, semtem-se culpadas quando violam o que a consciência lhes ordenou a fazer, talvez se flagelando até por pequenas transgressões. (...) Como muitos outros super-heróis, sempre que ele se sente atraído pela idéia de abandonar suas responsabilidades, o tumulto interior de sua consciência pesada o coloca de volta ao caminho. Ele não se sente bem com sua alma, a menos que esteja lá nas ruas, fazendo o bem ao mundo.
(...) Alguns teóricos morais, como Aristóteles, enfatizavam traços de caráter, virtudes e vícios, em vez de veres, em suas versões de moralidade. As virtudes incluem ser sábio, justo, moderado e corajoso. Os vícios incluem traços como ser tolo, injusto, imoderado e covarde. Sob o ponto de vista de Aristóteles, avida boa e correta para um ser humano é uma vida de acordo com a virtude. Essa abordagem da ética sugere o seguinte motivo para sermos morais:
Motivo Quatro: A virtude é sua própria recompensa; ou seja, ter um bom caráter moral (ter virtudes) é necessariamente um benefício maior que qualquer outro que você possa obter à custa de seu bom caráter moral.
* Super-Heróis e a Filosofia - Verdade, Justiça e o Caminho Socrático.
_____________________________________________________________
Nos próximos dias, ou quem sabe horas, colocarei o resto quarto motivo e tambem o "Motivo Cinco: Ser moral sempre compensa, no fim, uma vez que o "fim" inclui a vida após a morte."
Ainda é Cedo (Legião Urbana)
Bem...Nem gosto da música, tambem não curto a banda... Mas a letra cai bem por agora...Pelo menos a parte final... Fazer o que?...
AINDA É CEDO
Legião Urbana
Uma menina me ensinou
Quase tudo que eu sei
Era quase escravidão
Mas ela me tratava como um rei
Ela fazia muitos planos
Eu só queria estar ali
Sempre ao lado dela
Eu não tinha aonde ir
Mas, egoísta que eu sou,
Me esqueci de ajudar
A ela como ela me ajudou
E não quis me separar
Ela também estava perdida
E por isso se agarrava a mim também
E eu me agarrava a ela
Porque eu não tinha mais ninguém
E eu dizia: - Ainda é cedo
cedo, cedo, cedo, cedo
Sei que ela terminou
O que eu não comecei
E o que ela descobriu
Eu aprendi também, eu sei
Ela falou: - Você tem medo
Aí eu disse: - Quem tem medo é você
Falamos o que não devia
Nunca ser dito por ninguém
Ela me disse:- Eu não sei mais o que eu sinto por você.
Vamos dar um tempo, um dia a gente se vê
E eu dizia: - Ainda é cedo
cedo, cedo, cedo, cedo
AINDA É CEDO
Legião Urbana
Uma menina me ensinou
Quase tudo que eu sei
Era quase escravidão
Mas ela me tratava como um rei
Ela fazia muitos planos
Eu só queria estar ali
Sempre ao lado dela
Eu não tinha aonde ir
Mas, egoísta que eu sou,
Me esqueci de ajudar
A ela como ela me ajudou
E não quis me separar
Ela também estava perdida
E por isso se agarrava a mim também
E eu me agarrava a ela
Porque eu não tinha mais ninguém
E eu dizia: - Ainda é cedo
cedo, cedo, cedo, cedo
Sei que ela terminou
O que eu não comecei
E o que ela descobriu
Eu aprendi também, eu sei
Ela falou: - Você tem medo
Aí eu disse: - Quem tem medo é você
Falamos o que não devia
Nunca ser dito por ninguém
Ela me disse:- Eu não sei mais o que eu sinto por você.
Vamos dar um tempo, um dia a gente se vê
E eu dizia: - Ainda é cedo
cedo, cedo, cedo, cedo
segunda-feira, junho 05, 2006
Espada
Segundo o Dicionário Enciclopédico Léxico Comum da Koogan-Larousse:
Decoro - Decência; respeito próprio; dignidade; conveniência.
Família - O pai, a mãe e os filhos. Todas as pessoas do mesmo sangue, como filhos, irmãos, sobrinhos, etc. Grupo de seres ou coisas que apresentam características comuns. Cada uma das divisões de uma ordem de seres vivos. Os descendentes de um indivíduo, a linhagem, a estirpe. / Usa-se como adjeitvo, no sentido de "honesto", "decente".
Virtude – Disposição constante de praticar o bem e evitar o mal; cultivar a virtude. Ato virtuoso; não se esquecerá quem tantas virtudes legou.Castidade, pudicícia. Qualidade própria para produzir certos efeitos; propriedade; só o homem tem a virtude de pensar.
Respeito – Ato ou ação de respeitar. Sentimento que leva a tratar alguém ou alguma coisa com grande atenção, profunda deferência; consideração, reverência: respeito filial. Obediência, acatamento, subimissão; respeito às leis. Homenagens, cumprimentos. Dizer respeito a, pertencer ou referir-se a, ter relação com: tudo isso diz respeito a um fato de suma importância.
Fé - Fidelidade em honrar seus compromissos, lealdade, garantia: a fé dos tratados. Confiança em alguém ou em alguma coisa. Crença nos dogmas de uma religião. Crença fervorosa. Afirmação, comprovação. Testemunho autêntico que certos funcionários dão por escrito. Boa fé, sinceridade; má fé, falta de franqueza, intenção dolosa. Estar de boa fé, estar convencido da verdade do que se diz; estar de má fé, saber muito bem que se diz uma coisa falsa; ter intenção dolosa. Fazer fé, ser digno de crédito. Dar fé de, notar, tomar conhecimento. Ter fé em alguém, ter confiança nele.
Decoro - Decência; respeito próprio; dignidade; conveniência.
Família - O pai, a mãe e os filhos. Todas as pessoas do mesmo sangue, como filhos, irmãos, sobrinhos, etc. Grupo de seres ou coisas que apresentam características comuns. Cada uma das divisões de uma ordem de seres vivos. Os descendentes de um indivíduo, a linhagem, a estirpe. / Usa-se como adjeitvo, no sentido de "honesto", "decente".
Virtude – Disposição constante de praticar o bem e evitar o mal; cultivar a virtude. Ato virtuoso; não se esquecerá quem tantas virtudes legou.Castidade, pudicícia. Qualidade própria para produzir certos efeitos; propriedade; só o homem tem a virtude de pensar.
Respeito – Ato ou ação de respeitar. Sentimento que leva a tratar alguém ou alguma coisa com grande atenção, profunda deferência; consideração, reverência: respeito filial. Obediência, acatamento, subimissão; respeito às leis. Homenagens, cumprimentos. Dizer respeito a, pertencer ou referir-se a, ter relação com: tudo isso diz respeito a um fato de suma importância.
Fé - Fidelidade em honrar seus compromissos, lealdade, garantia: a fé dos tratados. Confiança em alguém ou em alguma coisa. Crença nos dogmas de uma religião. Crença fervorosa. Afirmação, comprovação. Testemunho autêntico que certos funcionários dão por escrito. Boa fé, sinceridade; má fé, falta de franqueza, intenção dolosa. Estar de boa fé, estar convencido da verdade do que se diz; estar de má fé, saber muito bem que se diz uma coisa falsa; ter intenção dolosa. Fazer fé, ser digno de crédito. Dar fé de, notar, tomar conhecimento. Ter fé em alguém, ter confiança nele.
Dragão
Segundo o Dicionário Enciclopédico Léxico Comum da Koogan-Larousse:
Dor: Sofrimento físico ou moral; aflição; mágoa; dó.
Tristeza: Qualidade ou estado de triste.
Triste: Falta de alegria ou contentamento: sempre foi um homem triste. Desgostoso, penalizado, compungido: ficou triste com a morte do amigo. Que provoca ou infunde tristeza; entristecedor: triste notícia. Que revela tristeza: ar triste. Desprezível, vil: ela fez um triste papel. Obscuro, sombrio, lúgubre: casa triste.
Tristonho: Que demonstra tristeza, que tem aspecto triste; sorumbático, melancólico. Que causa tristeza.
Decepção: Engano; logro; desilusão; desapontamento.
Decepcionar: Causar decepção a; enganar; desiludir.
Desesperança: Estado de quem perdeu a esperança; desespero.
Imenso: Que é quase sem limites, sem medida: o mar imenso. Considerável, enorme: uma fortuna imensa. Muito numeroso, em grande quantidade: é imensa a minha coleção de selos. De que muito se pode dizer: este assunto é imenso e me toma o tempo todo. Colossal, ilimitado, infinito.
Imersão: Ação de mergulhar um corpo em um líquido; resultado dessa ação: a imersão de um submarino. / Astron. Entrada de um astro na sombra de outro.
Dor: Sofrimento físico ou moral; aflição; mágoa; dó.
Tristeza: Qualidade ou estado de triste.
Triste: Falta de alegria ou contentamento: sempre foi um homem triste. Desgostoso, penalizado, compungido: ficou triste com a morte do amigo. Que provoca ou infunde tristeza; entristecedor: triste notícia. Que revela tristeza: ar triste. Desprezível, vil: ela fez um triste papel. Obscuro, sombrio, lúgubre: casa triste.
Tristonho: Que demonstra tristeza, que tem aspecto triste; sorumbático, melancólico. Que causa tristeza.
Decepção: Engano; logro; desilusão; desapontamento.
Decepcionar: Causar decepção a; enganar; desiludir.
Desesperança: Estado de quem perdeu a esperança; desespero.
Imenso: Que é quase sem limites, sem medida: o mar imenso. Considerável, enorme: uma fortuna imensa. Muito numeroso, em grande quantidade: é imensa a minha coleção de selos. De que muito se pode dizer: este assunto é imenso e me toma o tempo todo. Colossal, ilimitado, infinito.
Imersão: Ação de mergulhar um corpo em um líquido; resultado dessa ação: a imersão de um submarino. / Astron. Entrada de um astro na sombra de outro.
sábado, junho 03, 2006
Segredos e tesouros.
Está tudo bem diante de seus olhos. Acenda seu coração e aceite a luz que sempre esteve contigo. Confie nela e irá se sentir, enfim ,verdadeiramente livre.
Amor próprio não é tão fácil quando dizem. Amor sincero e verdadeiro. Tesouro raro que não convém jogar fora.
Sinta-se livre.
Amor próprio não é tão fácil quando dizem. Amor sincero e verdadeiro. Tesouro raro que não convém jogar fora.
Sinta-se livre.
Pedreira.
Segundo o Dicionário Enciclopédico Léxico Comum da Koogan-Larousse:
Recalque: O mesmo que recalcamento./Psicanál. Processo inconsciente pelo qual uma idéia, sentimento ou desejo que o indivíduo tem por repugnante é por este excluído de admissão consciente mas persiste na vida psíquica, causando distúrbios mais ou menos graves. (Deve-se a Freud a teoria do recalque)
Recalcado: Bem calcado. Concentrado, reprimido. Psicanál. Diz-se do indivíduo que sofre recalques.
Infantil: Que tem o caráter de criança: graça infantil. Pouco complicado, pueril, fácil: pergunta infantil.
Infando: De que não é digno de se falar. Abominável, execrável, horrível.
Inexpugnável: Que não se pode tomar, vencer, conquistar pela força das armas (falando-se de cidades, praças, fortes ou posições): fortaleza inexpugnável. Que não se pode vencer com razões, promessas ou ameaças: a virtude é inexpugnável.
Decalque: Ação de decalcar; o que foi decalcado. Imitação, cópia servil, plágio.
Depauperar: Tornar pobre. Exaurir as forças ou os recursos de; extenuar.
Desiludir: Desfazer as ilusões de; tirar ilusões a; decepcionar, desenganar.
Desilusão: Perda da ilusão; decepção, desapontamento.
Desistir: Não continuar, abster-se, renunciar.
Fim: O que termina; extremidade no tempo e no espaço: fim do ano; fim de um livro; Cessação; o fim de uma luta. Morte, desaparecimento: sentir chegar ao fim. Termo, objetivo para o qual se tende; intenção: alcançar seus fins. Destino: o fim do homem. Pôr fim a, terminar, concluir. A fim de, com a intenção de, para. Por fim, finalmente.
Recalque: O mesmo que recalcamento./Psicanál. Processo inconsciente pelo qual uma idéia, sentimento ou desejo que o indivíduo tem por repugnante é por este excluído de admissão consciente mas persiste na vida psíquica, causando distúrbios mais ou menos graves. (Deve-se a Freud a teoria do recalque)
Recalcado: Bem calcado. Concentrado, reprimido. Psicanál. Diz-se do indivíduo que sofre recalques.
Infantil: Que tem o caráter de criança: graça infantil. Pouco complicado, pueril, fácil: pergunta infantil.
Infando: De que não é digno de se falar. Abominável, execrável, horrível.
Inexpugnável: Que não se pode tomar, vencer, conquistar pela força das armas (falando-se de cidades, praças, fortes ou posições): fortaleza inexpugnável. Que não se pode vencer com razões, promessas ou ameaças: a virtude é inexpugnável.
Decalque: Ação de decalcar; o que foi decalcado. Imitação, cópia servil, plágio.
Depauperar: Tornar pobre. Exaurir as forças ou os recursos de; extenuar.
Desiludir: Desfazer as ilusões de; tirar ilusões a; decepcionar, desenganar.
Desilusão: Perda da ilusão; decepção, desapontamento.
Desistir: Não continuar, abster-se, renunciar.
Fim: O que termina; extremidade no tempo e no espaço: fim do ano; fim de um livro; Cessação; o fim de uma luta. Morte, desaparecimento: sentir chegar ao fim. Termo, objetivo para o qual se tende; intenção: alcançar seus fins. Destino: o fim do homem. Pôr fim a, terminar, concluir. A fim de, com a intenção de, para. Por fim, finalmente.
sexta-feira, junho 02, 2006
Runas
Segundo o Dicionário Enciclopédico Léxico Comum da Koogan-Larousse:
Inconveniente:Que não convém. Que fere as conveniências: atitude inconveniente. Impróprio, inoportuno. Prejuízo, desvantagem: nem sempre as vantagens compensam os inconvenientes.
Incorrer: Atrair sobre si, expor-se: incorrer no ódio de todos. Incidir, estar sujeito, estar incluso em, incluído, compreendido. Cair em, cometer: incorrer em falta.
Devoção: Piedade, sentimento religioso; dedicação ao culto de Deus e dos santos. Respeito, afeição, dedicação.
Amigo: Pesssoa a quem se está ligado por uma afeição recíproca: conservar, visitar os amigos.
Pessoa que aprecia, que gosta de alguma coisa: amigo de verdade, dos livros. Companheiro. Aliado. Propício, favorável: mão amiga.
Amigo-da-onça: Amigo falso, hipócrita: amigo-urso.
Amissível: Que se pode perder.
Canalha: A plebe mais vil, gente desprezível. Pessoa sem moral, desonesta: patife, infame, velhaco.
Canastrão: Canastra grande. Péssimo ator.
Cansaço: Fadiga, canseira. Fraqueza causada por exercício ou doença.
Cansado: Fatigado, afadigado. Aborrecido, enfastiado.
Cansar: Causar cansaço, fadiga. Enfastiar, aborrecer.
Cansativo: Que cansa, que aborrece.
Inconveniente:Que não convém. Que fere as conveniências: atitude inconveniente. Impróprio, inoportuno. Prejuízo, desvantagem: nem sempre as vantagens compensam os inconvenientes.
Incorrer: Atrair sobre si, expor-se: incorrer no ódio de todos. Incidir, estar sujeito, estar incluso em, incluído, compreendido. Cair em, cometer: incorrer em falta.
Devoção: Piedade, sentimento religioso; dedicação ao culto de Deus e dos santos. Respeito, afeição, dedicação.
Amigo: Pesssoa a quem se está ligado por uma afeição recíproca: conservar, visitar os amigos.
Pessoa que aprecia, que gosta de alguma coisa: amigo de verdade, dos livros. Companheiro. Aliado. Propício, favorável: mão amiga.
Amigo-da-onça: Amigo falso, hipócrita: amigo-urso.
Amissível: Que se pode perder.
Canalha: A plebe mais vil, gente desprezível. Pessoa sem moral, desonesta: patife, infame, velhaco.
Canastrão: Canastra grande. Péssimo ator.
Cansaço: Fadiga, canseira. Fraqueza causada por exercício ou doença.
Cansado: Fatigado, afadigado. Aborrecido, enfastiado.
Cansar: Causar cansaço, fadiga. Enfastiar, aborrecer.
Cansativo: Que cansa, que aborrece.
quinta-feira, junho 01, 2006
Na banguela...
Putz... Depois de uma semana, acabo as ilustrações para o livro do meu tio... Caracolis... Parecia não ter fim... Bem, achei razoável o trampo que fiz... Algumas imagens não ficaram tão boas por conta do cansaço físico e mental, e também pelo pouco prazo que ele me deu.
Anyway... Terminei.
Bom sentir isso... Começar alguma coisa e terminá-la... E depois de tudo, fazer uma crítica beeem chatinha mesmo do que foi feito, anotar em algum canto e melhorar pra próxima vez.
Agora é hora dos tantos retratos que devo para conhecidos, amigos e afins.
Hora de aproveitar o embalo e não parar nunca!
(Só preciso dormir um pouco antes...) (risos)
Anyway... Terminei.
Bom sentir isso... Começar alguma coisa e terminá-la... E depois de tudo, fazer uma crítica beeem chatinha mesmo do que foi feito, anotar em algum canto e melhorar pra próxima vez.
Agora é hora dos tantos retratos que devo para conhecidos, amigos e afins.
Hora de aproveitar o embalo e não parar nunca!
(Só preciso dormir um pouco antes...) (risos)
Assinar:
Postagens (Atom)
