O primeiro orvalho sai do coração e cai ao fechar dos olhos.
Os sons que são só teus.
O aroma que só sinto em ti.
Úmida e de conhecido aposto
Que segue a derramar pelo meu rosto.
Das graças tolas que fiz
E do riso conquistado por mim
À quietude da tua paz ao dormir
Da falta que faz repousar assim.
Alcança meu queixo e cai
Como estremece meu sorriso
Como canta tristinha a minha saudade.
Da graça na rotina que se esvai.
