Sei o que não quero fazer.
Sei o que não quero ser.
O que tenho que fazer e a fé nisso eu guardei em um cubo de gêlo.
Enquanto os grãos caem, um após o outro,
silenciosamente dolorida se apresenta a minha incapacidade.
Os pedidos de perdão repetidos como um mantra.
Mais sinceros do que parecem, por serem muitos e sempre tão iguais.
Tudo se resume a um movimento destro,
destruindo a atmosfera gélida e a ilustração trágica.
E outro canhoto,
que finca a primeira bandeira e acende o primeiro farol.
Enquanto petrificados estiverem meus pés,
e fraco o meu espírito,
peço a Deus que olhe por mim. Que me perdôe.
Eu preciso de ajuda. Como sempre precisei.
sábado, novembro 21, 2009
terça-feira, novembro 10, 2009
Boa viagem.
Hoje encontrei elfos arqueiros, feiticeiras elfas, anões, trolls, mercenários, piratas, gigantes do gêlo e dragões de terras distantes... Reis e rainhas, nobres e plebeus. Diversas raças, diversos deuses e culturas.
Viajei por montanhas, mares, cavernas profundas, abismos e cidades nunca vistas...
Encontrei velhos amigos e criaturas. Encontrei eu mesmo, lá sentado e quieto. Feliz em me ver novamente.
Espero poder voltar lá quando amanhecer. Espero ficar lá um bom tempo. Até que quando voltar pra cá, seja um tanto melhor, e um tanto mais eu outra vez.
Viajei por montanhas, mares, cavernas profundas, abismos e cidades nunca vistas...
Encontrei velhos amigos e criaturas. Encontrei eu mesmo, lá sentado e quieto. Feliz em me ver novamente.
Espero poder voltar lá quando amanhecer. Espero ficar lá um bom tempo. Até que quando voltar pra cá, seja um tanto melhor, e um tanto mais eu outra vez.
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