Índios
Legião Urbana
Composição: Legião Urbana
Quem me dera, ao menos uma vez,
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
conseguiu me convencer
Que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Explicar o que ninguém consegue entender:
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
E fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera, ao menos uma vez,
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês -
É só maldade então, deixar um Deus tão triste.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
Entenda - assim pude trazer você de volta prá mim,
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Como a mais bela tribo, dos mais belos índios,
Não ser atacado por ser inocente.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
Entenda - assim pude trazer você de volta prá mim,
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui.
domingo, maio 27, 2007
sábado, maio 26, 2007
MINHAS MADRUGADAS - PAULINHO DA VIOLA
Minhas Madrugadas
Paulinho da Viola
Composição: Paulinho da Viola – Candeia
Vou pelas minhas madrugadas a cantar
Esquecer o que passou
Trago a face marcada
Cada ruga no meu rosto
Simboliza um desgosto
Quero encontrar em vão o que perdi
Só resta saudade
Não tenho paz
E a mocidade
Que não volta mais
Quantos lábios beijei
Quantas mãos afaguei
Só restou saudade no meu coração
Hoje fitando o espelho
Eu vi meus olhos vermelhos
Compreendi que a vida
Que eu vivi foi ilusão
Paulinho da Viola
Composição: Paulinho da Viola – Candeia
Vou pelas minhas madrugadas a cantar
Esquecer o que passou
Trago a face marcada
Cada ruga no meu rosto
Simboliza um desgosto
Quero encontrar em vão o que perdi
Só resta saudade
Não tenho paz
E a mocidade
Que não volta mais
Quantos lábios beijei
Quantas mãos afaguei
Só restou saudade no meu coração
Hoje fitando o espelho
Eu vi meus olhos vermelhos
Compreendi que a vida
Que eu vivi foi ilusão
sexta-feira, maio 25, 2007
Que eu caminhe sozinho.
Que essa torre enorme seja finalmente um farol.
Que seja vista a luz que emana, leve o tempo que for preciso.
Que seja o pão e a carne alimentos apenas para minha boca,
pois o alimento da minha alma é o amor.
E não vejo amor algum dentre os lugares por onde andei.
Que seja muda a minha boca
e toda sabedoria que ela possa conter.
Que sejam meus olhos as janelas do que sinto e penso.
Que se mantenha distante de mim todo mal e a obra dele.
Que meu caminho seja entendido por mim e que não seja dificil a sua compreensão.
E se acaso for, que Deus me ilumine com a força necessária para seguir adiante.
E que meus pés aguentem descalços a trilha pedregosa do sofrimento e da privação.
Que a humilhação do dia e a solidão da noite sejam lavadas de minha alma.
Que sopre um vento gélido em meu coração toda vez que tentar me enganar.
Pois já não tenho mais mãos para queimar.
Já se foram a esquerda e a direita,
o coração e a fé nas pessoas.
Que seja vista a luz que emana, leve o tempo que for preciso.
Que seja o pão e a carne alimentos apenas para minha boca,
pois o alimento da minha alma é o amor.
E não vejo amor algum dentre os lugares por onde andei.
Que seja muda a minha boca
e toda sabedoria que ela possa conter.
Que sejam meus olhos as janelas do que sinto e penso.
Que se mantenha distante de mim todo mal e a obra dele.
Que meu caminho seja entendido por mim e que não seja dificil a sua compreensão.
E se acaso for, que Deus me ilumine com a força necessária para seguir adiante.
E que meus pés aguentem descalços a trilha pedregosa do sofrimento e da privação.
Que a humilhação do dia e a solidão da noite sejam lavadas de minha alma.
Que sopre um vento gélido em meu coração toda vez que tentar me enganar.
Pois já não tenho mais mãos para queimar.
Já se foram a esquerda e a direita,
o coração e a fé nas pessoas.
quinta-feira, maio 24, 2007
Desenhos mais recentes.

Alessandra e Joãozinho Pedro.Ambos foram finalizados após esse ultimo escaneamento que fiz. Mas enfim, estão aí. O desenho da Alê ficou um pouco distorcido por causa da cópia que fiz numa dessas copiadoras de esquina... (risos) O carinha lá não soube ajustar os tons de cinza (brilho e contraste)
Logo mais coloco o retrato do Sr. Park e mais duas aquarelinhas que fiz.
sexta-feira, maio 18, 2007
Pão podre. Barriga vazia.
John Doe estava lá, todo imundo, cansado e suado. Noites em claro e dias de escuridão em seu coração. Sua fome então, nem se fala. Cavalar.
Estava lá, naquela cela quase toda escura, iluminada apenas por um único fio de luz que vinha do alto. Aquilo lhe permitia enxergar o mínimo para que continuasse acordado e ciente de que o dia ou a noite chegavam.
Correntes lhe prendiam o pescoço e um grande peso amarrado em suas pernas. Do outro lado do minúsculo recinto, havia um pão. Parecia apetitoso até que o Diabo chegou.
O tinhoso chegou e por pura crueldade pisoteou o pedaço de comida inúmeras vezes.
Fez isso mais e mais. Até que hoje, pelo final da tarde, chegou novamente e apenas cuspiu em cima e chutou o pão para perto de John.
Doe ficou ali, olhando para o pão que o Diabo amassou. E com a fome que corroía suas entranhas, e a mais absoluta certeza de que mais nada lhe restava, catou tudo do chão e começou a comer de forma suja, deprimente e desesperada.
Estava lá, naquela cela quase toda escura, iluminada apenas por um único fio de luz que vinha do alto. Aquilo lhe permitia enxergar o mínimo para que continuasse acordado e ciente de que o dia ou a noite chegavam.
Correntes lhe prendiam o pescoço e um grande peso amarrado em suas pernas. Do outro lado do minúsculo recinto, havia um pão. Parecia apetitoso até que o Diabo chegou.
O tinhoso chegou e por pura crueldade pisoteou o pedaço de comida inúmeras vezes.
Fez isso mais e mais. Até que hoje, pelo final da tarde, chegou novamente e apenas cuspiu em cima e chutou o pão para perto de John.
Doe ficou ali, olhando para o pão que o Diabo amassou. E com a fome que corroía suas entranhas, e a mais absoluta certeza de que mais nada lhe restava, catou tudo do chão e começou a comer de forma suja, deprimente e desesperada.
quinta-feira, maio 17, 2007
Partido
Minha alma "vuô, vuô". Subiu.
Para o ombro de uma musa linda
Dourada na pele e nos cabelos
Diamante em seu sorriso
Meu coração "miô, miô". Sumiu.
Nas ondas do mar, junto com o vento
A musa veio e me roubou
O Amor, a fé e o pensamento
Agora sou assim, um homem menor
Sem nada no peito, sem rumo, sem Sol.
Buraco no peito
Deste nobre sujeito
O choro na noite
Cada memória um açoite
Vem, Deus. Vem.
E leva esse homem, esse resto.
Vai, amor meu. Vai.
Destruiu tudo em mim num só gesto.
Para o ombro de uma musa linda
Dourada na pele e nos cabelos
Diamante em seu sorriso
Meu coração "miô, miô". Sumiu.
Nas ondas do mar, junto com o vento
A musa veio e me roubou
O Amor, a fé e o pensamento
Agora sou assim, um homem menor
Sem nada no peito, sem rumo, sem Sol.
Buraco no peito
Deste nobre sujeito
O choro na noite
Cada memória um açoite
Vem, Deus. Vem.
E leva esse homem, esse resto.
Vai, amor meu. Vai.
Destruiu tudo em mim num só gesto.
quarta-feira, maio 09, 2007
Mensagem ao Vento
Ah, que saudade que dá dela
Fica vazia minha cidadela
Meu amor feito barco à vela
Navegando perdido por ela
Ah! E o vento que sopra meu rosto
Triste, trisinho, chega a dar desgosto
Viver em maio sofrendo agosto
Acordar e sorrir sem estar disposto
Vai, brisa leve
Leva meu lamento
Diz pra ela que meu amor que pede
Sua volta e o fim do tormento
Um abraço, um beijo
Um sorriso festejo
O cheiro e a pele
Enfim o suor
Me aperta, me canta
Desata esse nó.
Nem morte, nem doença
Nem fome, nem sede
Passarinho que não canta
Coração que não pensa
Vai, brisa leve
Leva essa minha canção
Sopra baixinho, de leve, mansinho...
- Volta, amor meu! Abraça meu coração!
Fica vazia minha cidadela
Meu amor feito barco à vela
Navegando perdido por ela
Ah! E o vento que sopra meu rosto
Triste, trisinho, chega a dar desgosto
Viver em maio sofrendo agosto
Acordar e sorrir sem estar disposto
Vai, brisa leve
Leva meu lamento
Diz pra ela que meu amor que pede
Sua volta e o fim do tormento
Um abraço, um beijo
Um sorriso festejo
O cheiro e a pele
Enfim o suor
Me aperta, me canta
Desata esse nó.
Nem morte, nem doença
Nem fome, nem sede
Passarinho que não canta
Coração que não pensa
Vai, brisa leve
Leva essa minha canção
Sopra baixinho, de leve, mansinho...
- Volta, amor meu! Abraça meu coração!
terça-feira, maio 08, 2007
UMA PARTE QUE NÃO TINHA - O TEATRO MÁGICO
(Fernando Anitelli)
Não tem sol, nem solução
não tem tempero no meu dia
Não faz mal se a tradição nos traduz outra alegria
Não ter pressa dá a impressão de que a tarde virou tédio
não tem bala, belo, bola ou balão
não tem bula meu remédio.
e não tem cura...
acho que me perdi numa excursão
que fiz na tua certeza e na contradição
e não tem cura...
acho que me perdi numa excursão
que fiz na tua palavra, no teu palavrão
Não tem sol, nem solução
não tem tempero no meu dia
Não faz mal se a situação não traduz nossa alegria
Não ter festa dá a impressão de que o mundo ficou sério
não tem bala, belo, bola ou balão
não tem bula meu remédio.
e não tem cura...
acho que me perdi numa excursão
que fiz pra lua
no meu universo o sol é solidão
e não tem cura... acho que me perdi numa excursão
que fiz pra lua
no meu único verso o sol é solidão
Não tem mal, nem maldição
não tem sereno no meu dia
Não tem sombra e assombração
Não tem disputa por folia
Tem bola de capotão, capitão capture essa menina
tem saudade e saudação
tem uma parte que não tinha...
parte que não tinha... parte que não tinha...
Não tem sol, nem solução
não tem tempero no meu dia
Não faz mal se a tradição nos traduz outra alegria
Não ter pressa dá a impressão de que a tarde virou tédio
não tem bala, belo, bola ou balão
não tem bula meu remédio.
e não tem cura...
acho que me perdi numa excursão
que fiz na tua certeza e na contradição
e não tem cura...
acho que me perdi numa excursão
que fiz na tua palavra, no teu palavrão
Não tem sol, nem solução
não tem tempero no meu dia
Não faz mal se a situação não traduz nossa alegria
Não ter festa dá a impressão de que o mundo ficou sério
não tem bala, belo, bola ou balão
não tem bula meu remédio.
e não tem cura...
acho que me perdi numa excursão
que fiz pra lua
no meu universo o sol é solidão
e não tem cura... acho que me perdi numa excursão
que fiz pra lua
no meu único verso o sol é solidão
Não tem mal, nem maldição
não tem sereno no meu dia
Não tem sombra e assombração
Não tem disputa por folia
Tem bola de capotão, capitão capture essa menina
tem saudade e saudação
tem uma parte que não tinha...
parte que não tinha... parte que não tinha...
BABYLON - ZECA BALEIRO
Composição: Zeca Baleiro
Baby I'm so alone
Vamos pra babylon
Viver a pão-de-ló e möet chandon
Vamos pra babylon
Vamos pra babylon
Gozar sem se preocupar com amanhã
Vamos pra babylon
Baby baby babylon
Comprar o que houver au revoir ralé
Finesse s'il vous plait mon dieu je t'aime glamour
Manhattan by night
Passear de iate nos mares do pacífico sul
Baby I'm alive like a rolling stone
Vamos pra babylon
Vida é um souvenir made in hong kong
Vamos pra Babylon
Vamos pra Babylon
Vem ser feliz ao lado desse bon vivant
Vamos pra Babylon
Baby baby Babylon
De tudo provar champanhe caviar
Scotch escargot rayban bye bye miserê
Kaya now to me o céu seja aqui
Minha religião é o prazer
Não tenho dinheiro pra pagar a minha ioga
Não tenho dinheiro pra bancar a minha droga
Eu não tenho renda pra descolar a merenda
Cansei de ser duro vou botar minh'alma à venda
Eu não tenho grana pra sair com o meu broto
Eu não compro roupa por isso que eu ando roto
Nada vem de graça nem o pão nem a cachaça
Quero ser o caçador, ando cansado de ser caça
Ai morena viver é bom, esquece as penas vem morar comigo em Babylon
Baby I'm so alone
Vamos pra babylon
Viver a pão-de-ló e möet chandon
Vamos pra babylon
Vamos pra babylon
Gozar sem se preocupar com amanhã
Vamos pra babylon
Baby baby babylon
Comprar o que houver au revoir ralé
Finesse s'il vous plait mon dieu je t'aime glamour
Manhattan by night
Passear de iate nos mares do pacífico sul
Baby I'm alive like a rolling stone
Vamos pra babylon
Vida é um souvenir made in hong kong
Vamos pra Babylon
Vamos pra Babylon
Vem ser feliz ao lado desse bon vivant
Vamos pra Babylon
Baby baby Babylon
De tudo provar champanhe caviar
Scotch escargot rayban bye bye miserê
Kaya now to me o céu seja aqui
Minha religião é o prazer
Não tenho dinheiro pra pagar a minha ioga
Não tenho dinheiro pra bancar a minha droga
Eu não tenho renda pra descolar a merenda
Cansei de ser duro vou botar minh'alma à venda
Eu não tenho grana pra sair com o meu broto
Eu não compro roupa por isso que eu ando roto
Nada vem de graça nem o pão nem a cachaça
Quero ser o caçador, ando cansado de ser caça
Ai morena viver é bom, esquece as penas vem morar comigo em Babylon
segunda-feira, maio 07, 2007
Monte de lixo.
John Doe, exausto depois de tanto fazer faxina, juntou todo lixo num saco enorme. Tentou carregar aquilo e jogar num lugar adequado, mas era tanto lixo que não deu pra carregar.
Então John Doe sentou-se e largou o lixo enorme no meio do quintal. Ficou lá sentado, sujo e fedido por causa daquela sujeira toda, numa situação ridícula, olhando e se abismando: -"Nossa! Não pensei que o lixo fosse tanto..."
Então John Doe sentou-se e largou o lixo enorme no meio do quintal. Ficou lá sentado, sujo e fedido por causa daquela sujeira toda, numa situação ridícula, olhando e se abismando: -"Nossa! Não pensei que o lixo fosse tanto..."
CAMARADA D'ÁGUA - O TEATRO MÁGICO
(Danilo Souza / Fernando Anitelli)
Camarada d'onde vem essa febre
Nossa alegria breve, por enquanto nos deixou...
Camarada viva a vida mais leve
Não deixe que ela escorregue
Que te cause mais dor
Caixa d'água guarda a água do dia
Não cabe tua alegria
Não basta pro teu calor
Viva a tua maneira
Não perca a estribeira
Saiba do teu valor
E amanheça brilhando mais forte
Que a estrela do norte
Que a noite entregou!
Camarada d'água
Fique peixe de manhã, de madrugada
Fique toda hora que for
Camarada d'água
Fique peixe de manhã, de madrugada
Fique toda hora que for... e não for
"Você é riacho e acho que teu rio corre pra longe do meu mar... mar marvado seria o rio que correndo do meu riacho... levaria o que acho pra onde ninguém pode achar..."
Camarada d'onde vem essa febre
Nossa alegria breve, por enquanto nos deixou...
Camarada viva a vida mais leve
Não deixe que ela escorregue
Que te cause mais dor
Caixa d'água guarda a água do dia
Não cabe tua alegria
Não basta pro teu calor
Viva a tua maneira
Não perca a estribeira
Saiba do teu valor
E amanheça brilhando mais forte
Que a estrela do norte
Que a noite entregou!
Camarada d'água
Fique peixe de manhã, de madrugada
Fique toda hora que for
Camarada d'água
Fique peixe de manhã, de madrugada
Fique toda hora que for... e não for
"Você é riacho e acho que teu rio corre pra longe do meu mar... mar marvado seria o rio que correndo do meu riacho... levaria o que acho pra onde ninguém pode achar..."
domingo, maio 06, 2007
Minha ALÊgria
Adeus minha ALÊgria
Que nunca foi minha
A Deus minha alegria
Cada passo um nova força
Cada suspiro que não passará
Passa ar que não respiro
Cada noite que transpiro
Lentidão de toda vontade
Remédio para tristeza
Que minha fé tem que criar
Cada beijo visto
Outro tiro no peito
Cada abraço flagrado
Minha cruz, meu Cristo
Adeus minha ALÊgria
Esperança que diz tchau
Espera tanta que fez mal
A Deus...
Que nunca foi minha
A Deus minha alegria
Cada passo um nova força
Cada suspiro que não passará
Passa ar que não respiro
Cada noite que transpiro
Lentidão de toda vontade
Remédio para tristeza
Que minha fé tem que criar
Cada beijo visto
Outro tiro no peito
Cada abraço flagrado
Minha cruz, meu Cristo
Adeus minha ALÊgria
Esperança que diz tchau
Espera tanta que fez mal
A Deus...
O ANJO MAIS VELHO - O TEATRO MÁGICO
(Fernando Anitelli)
"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"
Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
enchendo a minha alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar
tua palavra, tua história
tua verdade fazendo escola
e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
metade de mim agora é assim
de um lado a poesia o verbo a saudade
do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
e o fim é belo incerto... depende de como você vê
o novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"
Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
enchendo a minha alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar
tua palavra, tua história
tua verdade fazendo escola
e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
metade de mim agora é assim
de um lado a poesia o verbo a saudade
do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
e o fim é belo incerto... depende de como você vê
o novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
quinta-feira, maio 03, 2007
Pôr do Sol, sorte e azar. Coragem e prudência.
Duas coisas que aprendi sobre a vida.
Uma é que tudo acontece como o pôr do Sol. O Sol já está se pondo desde às 13 da tarde, ou seja, depois que já atingiu seu ponto mais alto. Mas só percebemos que ele já se vai quando o céu toma outra coloração. E ele some do céu em questão de segundos. Uma hora olhamos pra ele e está lá, todo laranjão, bem perto do horizonte, e de repente; puf! Já foi!
Segunda coisa é que algumas situações na vida lembram um prêmio de loteria acumulado. Que nem aquelas vezes em que a mega-sena tá pra mais de quarenta milhões, sabe? Pra tentar os quarenta, precisamos apenas de um real e cinquenta centavos. O que é um real e meio em relação a quarenta milhões??? Nada, né? Aí é que está a questão. Pra quem não acerta os benditos seis números, o que parecia pouco se vai sem nenhum ganho. Pra quem acerta fica a sensação feliz de que valeu a pena apostar o pouco que tinha.
Pois bem, já repararam quantas vezes a mega-sena acumula? (risos)
Mas pior mesmo é apostar quarenta milhões pra ganhar apenas um real e cinquenta centavos. Ou porque o rateio do "prêmio" foi grande, ou porque não acertamos a sequência toda. (risos)
Uma é que tudo acontece como o pôr do Sol. O Sol já está se pondo desde às 13 da tarde, ou seja, depois que já atingiu seu ponto mais alto. Mas só percebemos que ele já se vai quando o céu toma outra coloração. E ele some do céu em questão de segundos. Uma hora olhamos pra ele e está lá, todo laranjão, bem perto do horizonte, e de repente; puf! Já foi!
Segunda coisa é que algumas situações na vida lembram um prêmio de loteria acumulado. Que nem aquelas vezes em que a mega-sena tá pra mais de quarenta milhões, sabe? Pra tentar os quarenta, precisamos apenas de um real e cinquenta centavos. O que é um real e meio em relação a quarenta milhões??? Nada, né? Aí é que está a questão. Pra quem não acerta os benditos seis números, o que parecia pouco se vai sem nenhum ganho. Pra quem acerta fica a sensação feliz de que valeu a pena apostar o pouco que tinha.
Pois bem, já repararam quantas vezes a mega-sena acumula? (risos)
Mas pior mesmo é apostar quarenta milhões pra ganhar apenas um real e cinquenta centavos. Ou porque o rateio do "prêmio" foi grande, ou porque não acertamos a sequência toda. (risos)
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