sexta-feira, janeiro 11, 2013

Petshop

Segundo o Dicionário Michaelis Online:

Utilidade - u.ti.li.da.de
sf (lat utilitate) 1 Qualidade do que é útil. 2 Qualidade que possuem as coisas que servem à satisfação das necessidades humanas. 3 Serventia, préstimo, proveito, vantagem. 4 Pessoa ou coisa útil. U. pública: modo de ser daquilo cuja finalidade o governo reconhece como de interesse, ou benefício da coletividade, e lhe concede certas regalias ou vantagens.

Animala.ni.mal
adj m+f (lat animal) 1 Pertencente ao animal, aos seres animais, aos seres que vivem e têm sensibilidade e movimento próprio: Reino animal, natureza animal,funções animais. 2 Próprio dos irracionais, que provém dos irracionais: Instintos animais, alimentação animal. 3 Derivado de animais: Carvão animal. 4 Corpóreo, material, carnal: Vida animal. sm 1 Ser vivo organizado, dotado de sensibilidade e movimento próprio. 2 Ser vivo irracional. 3 Indivíduo estúpido, grosseiro ou bruto.4 Qualquer eqüídeo por oposição a gado, que, nesse caso, só se refere a bovinos.5 Cavalo inteiro, garanhão (no Rio Grande do Sul). 6 Égua (no Norte do Brasil). col Reg (Rio Grande do Sul): piara, pandilha. A. doméstico: o que se cria em casa ou próximo dela. A. familiar: o que, por muito domesticado, se afeiçoa a pessoas. A. inferior: o que está classificado em lugar ínfimo na escala zoológica; o que tem organização menos complicada e funções mais resumidas. A. irracional: todos os animais, exceto o homem. A. racional: o homem. Animais de tiro: a) os que puxam carretas, carruagens etc.; b) Reg (Rio Grande do Sul): os que se levam a cabresto para fazer a muda na viagem. A. sem fogo: animal ainda não ferrado.

Estimaçãodo.més.ti.co
adj (lat domesticu) 1 Concernente à vida da família; familiar, caseiro, íntimo. 2Que pertence ao interior de um país; civil, intestino (por oposição a estrangeiro).3 Aplica-se ao animal que vive ou é criado em casa; manso. 4 Diz-se do animal criado pelo homem a fim de lhe servir no trabalho ou fornecer-lhe seus produtos: lã, leite, ovos etc. sm 1 Indivíduo que, mediante salário, serve em casa de outrem; criado. 2 Companheiro de casa. 3 Tecido grosseiro de algodão.

Egocêntricoe.go.cên.tri.co
adj (ego3+centro+ico2) 1 Que considera seu próprio eu como centro de todo interesse. 2 Aplica-se à obra, cujo autor é o centro e principal ator. 3 MedQualifica o doente mental cujas idéias todas se centralizam nele mesmo. Antôn: alocêntrico, heterocêntrico.

Comércioco.mér.cio
sm (lat commerciu) 1 Negócio, tráfico que se faz comprando e vendendo. 2 O fato de vender mercadorias. 3 Ato de comprar mercadorias para as revender ou de fazer operações para este fim. 4 Relações de negócio. 5 A classe dos comerciantes. 6 Trato social, convivência. 7 Relações sexuais ilícitas. 8 Trato, conversação com alguém. 9 A vila (distrito), no linguajar campônio. C. intermediário: aquele que está intercalado entre a venda de produtos pelo produtor, nacional ou estrangeiro, e a aquisição pelo consumidor. C. morto: falta de transações comerciais.

terça-feira, dezembro 04, 2012

Hipocrisia.

Mary Doe era querida por muitos daqueles que ela cuidava. Sempre aplicada e disposta, ajudava àqueles que cruzavam seu caminho na rua.
Ao chegar em casa cansada com um balde cheio de dor pesando em seus ombros, Mary atirava com força o balde e a dor em seus irmãos.

sexta-feira, outubro 05, 2012

Return Of The Jedi.

É... Lá vou eu mais uma vez pra Sampa. Uma nova tentativa de fazer as coisas ficarem melhores. Me capacitar mais naquilo que é A atividade de minha alma.
Parece que Sampa de fato é isso; meu campo de treinamento. Foi lá que passei o período mais sofrido da minha vida. Foi lá que apanhei bastante. Porradas fortes, ininterruptas e nos pontos mais vitais. E foi assim que a mistura de metal, dor e vazio foi aquecida no fogo da novidade, do inferno, da angústia, ansiedade, tristeza e fome. E foi resfriada com a brisa da sabedoria, da fé, da esperança, da aceitação e do aprendizado.
Porrada, fogo e gelo. Assim se forja uma espada ímpar, que é feita de valor e carbono. Assim se faz o grande homem, que é feito também de valor e carbono.
E agora, afiado, testarei um pouco do fio.
Que as Norns tenham a mim em bom lugar entre suas intenções, e que meu futuro próximo seja de prosperidade e felicidade. Que eu aprenda as coisas que quero, e como eu quero.
O coração que eu pensava já ter sido definitivamente destruído foi apenas pisoteado e bastante ferido. Ainda há luz nele. Brilha brandamente. Suave mas constantemente. E iluminado seguirei. A cada passo, atento para as sombras, e saudoso por causa da distância entre mim e aquela que tem estado ao meu lado, olhando pra frente e afagando meu cabelo quando preciso.
Medo? Um tanto, confesso. Mas há virtude pra combater o pecado. E há regozijo em cada vitória.

Med styrke, retfærdighed og ære, vil jeg ære Guds vilje og Nornerne vil give mig sejren.

Amém.

terça-feira, outubro 18, 2011

Alexandrina...

Insatisfação. Destruição. Tudo fora de controle, e mais o tempo, que é senhor de si e não me mima.
Um imenso grito entalado e uma vontade grande destruir o que é, sem machucar o que já foi.
Tudo que quero é será ou serei. E tudo que tenho conseguido é seria.
Areia movediça.
E cansaço.
A reforma que não acontece e a providência que tarda e falha.
O velho que continua a envelhecer.
E o novo que parece não nascer.

segunda-feira, março 21, 2011

Passo 1

Projeto Meu Sonho, Minha Vida iniciado.
E desta vez será feito.

domingo, novembro 21, 2010

A parte boa de falar sozinho e no escuro é que há a sensação de estar desabafando, mas ainda assim há privacidade. O segredo...
E por isso às vezes venho aqui.
Na escuridão.

E sozinho.

segunda-feira, outubro 04, 2010

Mistical lands...

Por fora, luz.
Por dentro o som e o chamado de volta. Há muito tempo ecoando e sem ser atendido.

domingo, agosto 01, 2010

Luto.

A vida é assim; a gente começa feliz, sem muito saber, mas repleto de inocência. A medida que a inocência é minada pela aquisição de conhecimento, surgem novos e mais problemas. Quando conseguimos finalmente enxergar melhor o tamanho e a beleza de cada coisa, pausa ou passo, a vida começa a nos abandonar.
O fim de todos nós é a tristeza. Pelo menos para os que ficam.
Fica com Deus, Berni.
Saudade.

sábado, maio 22, 2010

Nenhum lugar... Lugar nenhum

Em busca de um lugar. De preferência longe daqui.
Quem souber, por favor, me avise.

sábado, fevereiro 20, 2010

Perfeito, Clive.

"Hoje em dia, a crítica moderna usa o adjetivo "adulto" como marca de aprovação. Ela é hostil ao que denomina "nostalgia" e tem absoluto desprezo pelo que chama "Peter Panteísmo". Por isso, em nossa época, se um homem de 53 anos admite ainda adorar anões, gigantes, bruxas e animais falantes, é menos provável que ele seja louvado por sua perpétua juventude do que seja ridicularizado e lamentado por seu retardamento mental. Se dedico algum tempo para defender-me dessas acusações, não é tanto porque me importo em ser ou não ridicularizado e lamentado, mas porque a defesa tem uma relação íntima com toda a minha concepção de conto de fadas e até mesmo literatura em geral. (...)

Os críticos para quem a palavra "adulto" é um termo de aplauso, e não um simples adjetivo descritivo, não são nem podem ser adultos. Preocupar-se em ser adulto ou não, admirar o adulto por ser adulto, corar de vergonha diante da insinuação de que se é infantil: isso são sinais da infância e da adolescência, quando moderados, são sintomas saudáveis. É natural que as coisas novas queiram crescer. Porém, quando se mantém na meia-idade ou na juventude, essa preocupação em "ser adulto" é um sinal inequívoco de retardamento mental. (...)"

C. S. Lewis



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Sobre Clive Staples Lewis: http://pt.wikipedia.org/wiki/Clive_Staples_Lewis

domingo, fevereiro 07, 2010

Parla!

A prova.
E provado está.
E o gosto é ruim.
Foi como desenhar usando os espaços negativos. Você desenha o que não é, e o que é acaba aparecendo.
Risquei contornos dessa parte que não sou. E vi muito do que já sabia fazendo isto.
Como Michelangelo esculpindo, retira-se os excessos de mármore e se apresenta a escultura.
Spostare!

sábado, janeiro 30, 2010

Inútil.

Incrível essa coisa de não querer escrever nada, né?
Também é incrível essa coisa de não querer desenhar.
Falar... Andar... Reagir...
Nada.
Dormir. Também não consigo muito bem. Acordo o tempo todo. E tenho pesadelos.
Mas como queria... Dormir... E nuuunca mais voltar... Não até eu entender como se vive.
Eu não sei viver.
Bom... É isso.
Deus vos abençoe.

sexta-feira, janeiro 08, 2010

BU!

É... Só pra não ficar sem nada... Eis um susto. (risos)

sábado, novembro 21, 2009

O que é um artista sem arte? E o que é arte sem paixão?

Sei o que não quero fazer.
Sei o que não quero ser.
O que tenho que fazer e a fé nisso eu guardei em um cubo de gêlo.
Enquanto os grãos caem, um após o outro,
silenciosamente dolorida se apresenta a minha incapacidade.
Os pedidos de perdão repetidos como um mantra.
Mais sinceros do que parecem, por serem muitos e sempre tão iguais.
Tudo se resume a um movimento destro,
destruindo a atmosfera gélida e a ilustração trágica.
E outro canhoto,
que finca a primeira bandeira e acende o primeiro farol.
Enquanto petrificados estiverem meus pés,
e fraco o meu espírito,
peço a Deus que olhe por mim. Que me perdôe.
Eu preciso de ajuda. Como sempre precisei.

terça-feira, novembro 10, 2009

Boa viagem.

Hoje encontrei elfos arqueiros, feiticeiras elfas, anões, trolls, mercenários, piratas, gigantes do gêlo e dragões de terras distantes... Reis e rainhas, nobres e plebeus. Diversas raças, diversos deuses e culturas.
Viajei por montanhas, mares, cavernas profundas, abismos e cidades nunca vistas...
Encontrei velhos amigos e criaturas. Encontrei eu mesmo, lá sentado e quieto. Feliz em me ver novamente.
Espero poder voltar lá quando amanhecer. Espero ficar lá um bom tempo. Até que quando voltar pra cá, seja um tanto melhor, e um tanto mais eu outra vez.

domingo, outubro 18, 2009

Sabotagem

Tanto tempo depois e as mesmas piadas, armadilhas Os mesmos tropeços e dramas ridículos.
E tudo isso sabe Deus por que.
Na verdade até imagino os motivos, mas de jeito algum isso se justifica.
Caramba! Que perda de tempo!
Bom... Agora tenho dois relâmpagos em cada mão e um trovão em meu peito. O problema todo é que eu nunca soube o que fazer com isso. Ou melhor; sabia até os doze anos de idade, se bem lembro.

sexta-feira, outubro 09, 2009

Clairvoyant

E aquele que foi visto parado foi julgado covarde por aqueles que ainda não morreram.


(Que Nietzsche não puxe meu pé de noite.)(risos)

terça-feira, setembro 01, 2009

Lightning strikes twice...

Ficar velho assusta.
Tenho me assustado a cada manhã...

Pólvora e suas redescobertas...

Felicidade é dinheiro no bolso e um canto só seu.
O resto é história...

domingo, agosto 02, 2009

Nulo.

Olhar dias de outrora me desperta A vontade de sumir.
Uma piada. Uma imutável, cruel, forte, sêca, fria, gigantesca... Piada.