Esses últimos dias tenho pensado muito na importância da vida, das experiências que temos, no conhecimento que adquirimos e o que fazemos com ele.
Existem pessoas que pensam que devemos aprender sempre com tudo que vivemos, pessoas que conhecemos e atitudes que tomamos. O que acontece com esse aprendizado é o que me move a escrever esse texto.
Embora muitos me digam que preciso "viver" mais, tenho convicção de que já aprendi coisa pra caramba nessa vida. E tudo que aprendi deve ser compartilhado, penso eu. Do que serve o conhecimento se morrer solitário em minha cabeça? De que vale a minha experiência se não passá-la pra ninguém que eu julgue precisar? Se vejo alguém com quem me importo passando por problemas ou situações que já vivi, é lógico que sempre me moverei em sua direção no intuito de ajudar.
Da mesma forma que aprendemos a ler, escrever, cantar, jogar bola, tocar um instrumento, andar ou correr, nós também aprendemos a viver.
Que coisa burra é essa idéia de que precisamos repetir os mesmos erros dos outros para que aprendamos! Para sentirmos na pele... Que coisa burra essa idéia de que tudo tem de vir pela dor, e não pela prudência ou pela sabedoria.
Por isso quero deixar regsitrado aqui algumas coisas que aprendi nesses meus trinta anos de vida;
- Onde não há respeito, NUNCA há amor.
- Onde não há verdade, NUNCA há respeito.
- Só "pisam" na gente se nós nos "deitarmos".
- Onde houver caráter, SEMPRE haverá coragem.
- Meu silêncio é meu maior tesouro.
- Meu corpo é meu único templo.
- Minha alma é tudo que sou.
domingo, julho 30, 2006
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